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	<title>Tribuna Livre &#187; usinas nucleares</title>
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	<description>Quinzenalmente nas bancas de Angra e Paraty!</description>
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<title>Tribuna Livre</title>
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		<title>Estudo comprova que incidência de câncer em Angra não tem ligação com usinas nucleares</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 13:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eletronuclear]]></category>
		<category><![CDATA[usinas nucleares]]></category>

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Um dos maiores mitos relacionados à existência das usinas nucleares de Angra dos Reis pertence agora às várias lendas urbanas que cercam o empreendimento. O medo de que a presença da atividade de exploração da energia a partir de componentes radioativos tenha ligação, ou influencie, num possível aumento no número de casos de câncer na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1390" href="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/estudo-cancer-em-angra-usinas-nucleares/hpb_001/"><img class="alignleft size-full wp-image-1390" title="Hospital de Praia Brava" src="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/wp-content/uploads/2011/12/hpb_001.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Um dos maiores mitos relacionados à existência das usinas nucleares de Angra dos Reis pertence agora às várias lendas urbanas que cercam o empreendimento. O medo de que a presença da atividade de exploração da energia a partir de componentes radioativos tenha ligação, ou influencie, num possível aumento no número de casos de câncer na cidade caiu por terra após a divulgação de um amplo estudo empreendido pela <strong>Fundação Eletronuclear de Assistência Médica</strong> (<em>Feam</em>) comparando os casos da doença na cidade com nada menos que outros <strong>46 municípios</strong> de três estados brasileiros e confirmando que a presença das usinas não fez nenhuma diferença em relação ao mal. Desde 1986 até 2007, os casos de câncer em Angra <strong>são compatíveis</strong> com os de outras cidades e, em alguns anos do estudo, foram até menores que cidades como Cabo Frio, por exemplo, cujo perfil é muito parecido com o de Angra.</p>
<p>A diretora-superintendente da Feam, a médica Tereza Leite, está fazendo a entrega das conclusões do estudo denominado <em>‘Padrão da Mortalidade da População Circunvizinha à Central Nuclear’</em>, a autoridades sanitárias e políticas e fez uma apresentação especial para a Imprensa.</p>
<p>- <em>Foi um trabalho árduo, baseado nos dados do próprio sistema público de saúde, através do DataSus e que nos deixa mais tranquilos em relação à presença das usinas nucleares. Não há com o que se preocupar porque a presença das usinas, no que diz respeito ao câncer não faz nenhuma diferença</em> &#8211; explicou a médica.</p>
<p>Os pesquisadores de Angra receberam uma consultoria especial da <strong>Fundação Osvaldo Cruz</strong> (<em>Fiocruz</em>) que, há alguns anos, já havia feito levantamento semelhante, porém menos abrangente.</p>
<p>O trabalho foi amplo e envolveu cidades num raio de até 100 quilômetros das usinas, alcançando municípios do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. A realização desta pesquisa é também uma das condicionantes relacionadas à construção da usina nuclear Angra 3, cuja conclusão está prevista para 2014. Segundo Tereza Leite, os dados devem servir para <strong>reafirmar a segurança das usinas brasileiras</strong> e justificar a expansão do programa nuclear brasileiro, já que a questão dos riscos à saúde  está sempre adjacente ao debate sobre a energia atômica.</p>
<p>O estudo agora deverá ser mantido e atualizado, ano a ano, atividade que continuará a cargo do Cira (<em>Centro de Informação sobre Radioepidemiologia</em>), organismo ligado à própria Feam. Segundo sugere Tereza Leite, uma segunda etapa da pesquisa poderia ser um diagnóstico dos <strong>tipos mais comuns de câncer</strong> registrados na região, o que poderia orientar campanhas de prevenção e tratamentos mais eficazes.</p>
<p>- <em>O estudo é importante não só para tranquilizar a população de Angra, mas a do país inteiro</em> &#8211; esclareceu a médica.</p>
<p><em>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</em></p>
<p><em><strong><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre">Siga o Tribuna Livre no twitter.</a></strong></em></p>
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		<title>Relembrando os mortos de Hiroshima, ambientalistas fazem protesto musical em Angra</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Angra 3]]></category>
		<category><![CDATA[usinas nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a década de 80, a Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (Sapê), realiza em Angra, sempre em agosto, o ato pacífico e cultural “Pela vida, pela paz, Hiroshima nunca mais”, em praças, escolas e ruas da cidade, abrindo um espaço alternativo para que a população saiba mais sobre as usinas nucleares de Angra, mostrando que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1051" href="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/relembrando-os-mortos-de-hiroshima-ambientalistas-fazem-protesto-musical-em-angra/nuclear2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1051" title="nuclear2" src="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/wp-content/uploads/2010/08/nuclear2.png" alt="" width="143" height="144" /></a>Desde a <strong>década de 80</strong>, a <strong>Sociedade Angrense de Proteção Ecológica</strong> (<em>Sapê</em>), realiza em Angra, sempre em agosto, o <strong>ato pacífico e cultural</strong> <strong>“Pela vida, pela paz, Hiroshima nunca mais”</strong>, em praças, escolas e ruas da cidade, abrindo um espaço alternativo para que a população saiba mais sobre as <strong>usinas nucleares de Angra</strong>, mostrando que, além de gerar energia, elas também trazem riscos para a população e que eles precisam ser conhecidos e <strong>não camuflados</strong>.</p>
<p> Nesta <strong>quinta-feira</strong>, 26, na praça do Porto, a partir das 19h, a Sapê, mais uma vez realiza o evento, alertando com um <strong>grande show musical</strong> com bandas de rock da moçada de Angra, exposição com cartazes, artigos e bonecos espalhados por toda a praça e bastante conversa. O evento é uma homenagem positiva às <strong><span style="text-decoration: underline;">200 mil pessoas que morreram em 1945</span></strong>, depois que os Estados Unidos jogaram bombas nucleares sobre as cidades japonesas de <strong>Hiroshima </strong>(<em>6 de agosto</em>) e <strong>Nagasaki </strong>(<em>9 de agosto</em>).</p>
<p> O tema do <strong>Hiroshima Nunca Mais</strong> deste ano é <strong>&#8220;Angra 3, e agora?”</strong>, abordando os impactos da nova usina que está sendo construída na cidade, lembrando que ela trará mais rejeitos radioativos e <strong>crescimento desordenado</strong>.</p>
<p> — <em>O que normalmente acontece, é que as informações que circulam pelo município, inclusive pelas escolas, é que usinas nucleares são superseguras e, na verdade elas trazem riscos, como todos grandes empreendimentos instalados próximos a mares e às cidades. E quem mora em Angra tem t que saber disto e não ficar a mercê somente do que a Eletronuclear divulga, porque eles não alertam sobre os perigos</em> — explica Rafael Ribeiro, coordenador da Sapê.</p>
<p> O ato <strong>Pela Vida pela Paz</strong> já mobilizou milhares de pessoas em grandes passeatas em Angra, de 81 a 85, realizado pela Sapê e o grupo <strong>Hiroshima Munca Mais</strong>, que era composto por artistas do Rio de janeiro, pelo hoje <strong>deputado Fernando Gabeira</strong>, integrantes do <strong>Partido dos Trabalhadores</strong>, e até o <strong>sindicalista Lula</strong>, na época candidato, que veio a Angra participar de uma das edições do evento e protestar contra as usinas nucleares.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação da Sapê</em></p>
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		<title>Trabalhadores da construção de Angra 3 aprovam &#8216;estado de greve&#8217; e anunciam paralisação</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 15:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Angra 3]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[usinas nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[Reunidos em assembleia geral na manhã desta quarta-feira, 23, os trabalhadores da construção civil que atuam na obra da usina nuclear Angra 3 decidiram aprovar &#8216;estado de greve&#8217; e anunciam paralisação geral de pelo menos três dias em toda a obra a partir da próxima segunda-feira, 28. Segundo o presidente do Sindicato da categoria (Sticpar), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reunidos em <strong>assembleia geral</strong> na manhã desta quarta-feira, 23, os <strong>trabalhadores da construção civil</strong> que atuam na obra da <strong>usina nuclear Angra 3</strong> decidiram aprovar <strong><span style="text-decoration: underline;">&#8216;estado de greve&#8217;</span></strong> e anunciam <strong>paralisação geral</strong> de pelo menos três dias em toda a obra a partir da próxima segunda-feira, 28. Segundo o presidente do Sindicato da categoria (<em>Sticpar</em>), <em>Donato Borges da Silva Filho</em>, a <strong>decisão unânime</strong> da assembleia é para garantir a volta da <strong>empresa Andrade Gutierrez</strong> à mesa de negociações por aumentos salariais e <strong>melhores condições de trabalho</strong> no canteiro da nova usina nuclear brasileira.</p>
<p>— <em>Os trabalhadores estão insatisfeitos e aprovaram esta decisão para que a empresa aceite negociar os termos já apresentados pelo Sindicato. O &#8216;estado de greve&#8217; e a paralisação vão acontecer porque a empresa mostra-se intransigente na negociação</em> — contou Donato.</p>
<p>O <strong>dirigente sindical</strong> explica que, <em>há pouco mais de dois meses</em>, quando foi fechado o <strong>acordo coletivo anual</strong> prevendo <strong>reajuste linear de 8%</strong> para os trabalhadores do setor, a empresa Andrade Gutierrez, principal contratada para a construção de <strong>Angra 3</strong>, fez uma promessa de <strong>reajuste salarial diferenciado</strong> para os profissionais que atuarão diretamente na construção da usina. A quebra desta promessa é a principal razão para o <strong>descontentamento</strong> da categoria.</p>
<p>— <em>Acordo tem que ser cumprido. Essa foi uma das condições para os trabalhadores aceitarem a proposta do sindicato patronal na negociação anterior. Não pode haver recuo por parte da empresa e o Sindicato está ao lado dos trabalhadores na cobrança do cumprimento deste compromisso</em> — disse Donato.</p>
<p>Atualmente há <strong>cerca de mil trabalhadores</strong> atuando diretamente na obra de <strong>Angra 3</strong>. A expectativa é de que, em três anos, sejam <strong><span style="text-decoration: underline;">seis mil</span></strong>. O salário inicial de um ajudante nesta obra está em cerca de <strong>R$ 680,00</strong>, o que os trabalhadores acham pouco, considerando que o valor da obra de Angra 3 passa dos <strong>US$ 1,7 bilhão</strong>.</p>
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		<title>Oportunidade: Eletronuclear abre concurso para formar novo cadastro de reserva</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Eletronuclear]]></category>
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		<description><![CDATA[A Eletronuclear lançou no último dia 8, no Diário Oficial da União, o edital da realização de concurso público para formação de cadastro de reserva em diversos cargos de níveis médio/técnico e superior.
 
As inscrições serão abertas nesta quarta. 10,  e podem ser feitas apenas pela internet, através do site da Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br). As taxas são de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Eletronuclear lançou no último dia 8, no Diário Oficial da União, o edital da realização de concurso público para formação de <strong>cadastro de reserva</strong> em diversos cargos de níveis médio/técnico e superior.<br />
 <br />
As inscrições serão abertas nesta quarta. 10,  e podem ser feitas apenas <strong>pela internet</strong>, através do <em>site</em> da Cesgranrio (<a href="http://www.cesgranrio.org.br/">www.cesgranrio.org.br</a>). As taxas são de R$ 50,00 para cargos de nível médio/técnico e de R$ 75,00 para nível superior.<br />
 <br />
Os candidatos aprovados e classificados na seleção poderão, <em>dentro das reais necessidades da Eletronuclear</em>, ser convocados ao longo da validade do edital do concurso público (<em>dois anos, podendo ser prorrogável por igual período</em>) para trabalharem em quaisquer localidades da empresa. É bom considerar que, além da nova usina Angra 3, a estatal prevê a construção e desenvolvimento de pelo menos três novas usinas nucleares no Nordeste, até 2016.<br />
 <br />
O novo concurso visa complementar o cadastro de reserva da Eletronuclear, já levando em conta a demanda de Angra 3, uma vez que os editais de 2008 não atenderam plenamente às expectativas da empresa. No entanto, aqueles candidatos que estejam classificados no cadastro de reserva dos editais 01 e 02/2008, cujos cargos estejam contemplados no novo edital, terão seus direitos respeitados, prioritariamente.<br />
 <br />
Os salários variam entre <strong>R$ 1.498,81</strong> e <strong>R$ 4.608,19</strong>, conforme o cargo a ser ocupado. Os novos empregados contarão ainda com uma série de benefícios como: plano médico e odontológico, plano de previdência complementar opcional; ticket alimentação e/ou refeição; vale-transporte; reembolso parcial de medicamentos e de despesas com óculos; auxílio creche e educação, entre outros.</p>
<p>O processo seletivo ocorrerá em uma única etapa, compreendendo uma prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, prevista para ser aplicada no dia <strong>23/05/2010</strong>.<br />
 <br />
Mais informações no <em>Call Center da Cesgranrio</em> &#8211; tel.: 0800.701.2028.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação da Eletronuclear</em></p>
<p><strong><em>Siga o Tribuna LIvre no twitter / </em></strong><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre"><strong><em>www.twitter.com/tribunalivre</em></strong></a></p>
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		<item>
		<title>Eletronuclear garante que cumprirá cronograma de obras de Angra 3</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Angra 3]]></category>
		<category><![CDATA[usinas nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva ao Tribuna Livre, o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz da Silva, afirmou que o cronograma de construção da usina nuclear será cumprido rigorosamente. Ele crê a nova unidade já estará gerando energia no outono de 2015, um ano antes das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Até lá, segundo Othon, a energia nuclear [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista exclusiva ao <strong>Tribuna Livre</strong>, o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz da Silva, afirmou que o cronograma de construção da usina nuclear será cumprido rigorosamente. Ele crê a nova unidade já estará gerando energia no outono de 2015, um ano antes das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Até lá, segundo Othon, a energia nuclear será a principal fonte de geração de energia para o Estado do Rio de Janeiro. Hoje Angra I e Angra II respondem pela metade do consumo no Estado.</p>
<p>O número de funcionários em Itaorna deve aumentar progressivamente nos próximos meses até atingir o ápice, daqui a cerca de 2 anos, quando espera-se que mais de 9 mil operários estejam envolvidos na obra. Nas visitas que fez a Rio Claro e a Paraty, esta semana, Othon ouviu apelos dos prefeitos Raul Machado (PR) e Zezé Porto (PTB) para que as empreiteiras no canteiro de obras ofereçam formação profissional e privilegiem a mão de obra local. A orientação, segundo Othon, foi repassada às empresas. A Eletronuclear assinou convênios da ordem de R$ 211 milhões com estas duas cidades e Angra dos Reis, para investimentos em contrapartidas pela construção da unidade.</p>
<p>A cobertura completa da assinatura destes acordos e mais informações sobre a obra da nova usina estarão na próxima edição impressa do <strong>Tribuna Livre</strong> (extra!), que circula esta semana.</p>
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		<title>Angra 3: Eletronuclear espera nova licença da CNEN para dar seguimento à obra</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 14:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Angra 3]]></category>
		<category><![CDATA[Eletronuclear]]></category>
		<category><![CDATA[usina nuclear]]></category>
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		<description><![CDATA[Em informativo regular da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), a Eletronuclear afirma que pretende iniciar em fevereiro as obras da usina nuclear Angra 3. Para que isso aconteça, falta apenas a licença de construção concedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). Tão logo esta seja concedida, a estatal começará a concretagem da laje do edifício [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em informativo regular da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), a Eletronuclear afirma que pretende iniciar em fevereiro as obras da usina nuclear Angra 3. Para que isso aconteça, falta apenas a licença de construção concedida pela <strong>Comissão Nacional de Energia Nuclear</strong> (Cnen). Tão logo esta seja concedida, a estatal começará a concretagem da laje do edifício do reator, considerada o marco zero das obras da usina, que devem durar quase 6 anos.</p>
<p>Neste momento, a Eletronuclear está concluindo as etapas preparativas para o início da construção, o que inclui a <strong>impermeabilização do canteiro de obras</strong>, a instalação de <strong>centrais de concreto</strong> e de <strong>estação de tratamento de esgoto</strong>, além da parte de carpintaria.  O assistente da Presidência da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães, afirma à Aben que a licença de construção está demorando a sair porque o Ministério Público Federal em Angra dos Reis entrou com ação para suspender a licença parcial das obras preparativas.</p>
<p>A demora para iniciar as obras de Angra 3 deve <strong>atrasar ainda mais o cronograma de conclusão da usina</strong>. A unidade estava prevista para entrar em operação em <strong>maio de 2015</strong>, mas a nova previsão é de que comece a operar em julho do mesmo ano.</p>
<p><em>Com informações da Associação Brasileira de Energia Nuclear</em></p>
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		<title>Eletronuclear diz que monitora áreas de risco no entorno das usinas de Angra e executa obras de contenção</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 13:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costa Verde]]></category>
		<category><![CDATA[áreas de risco]]></category>
		<category><![CDATA[contenções]]></category>
		<category><![CDATA[usinas nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[A Eletronuclear distribuiu Nota à Imprensa hoje afirmando que realiza, desde 1991, o monitoramento das áreas de encostas próximas à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), em Itaorna. As ações visam, segundo a empresa, &#8220;garantir a integridade e a segurança do sítio onde está instalada a Central&#8221;, além da monitoração e análise de dados, a empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Eletronuclear distribuiu <strong>Nota à Imprensa</strong> hoje afirmando que realiza, desde 1991, o monitoramento das áreas de encostas próximas à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), em Itaorna. As ações visam, segundo a empresa, &#8220;garantir a integridade e a segurança do sítio onde está instalada a Central&#8221;, além da monitoração e <strong>análise de dados</strong>, a empresa também informa que implementa uma série de ações de estabilização das encostas da região de Itaorna.<br />
 <br />
&#8220;Um estudo geológico-geotécnico da região foi solicitado à COPPETEC/UFRJ (<em>Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro</em>), que identificou as encostas no trecho compreendido entre Piraquara e Ponta Grande que deveriam ser monitoradas. A partir de 1991 essas encostas foram instrumentadas com a instalação de <strong>15 inclinômetros</strong>, <strong>46 piezômetros</strong>, <strong>24 células de carga</strong> e <strong>32 pinos de deslocamento</strong>. Mensalmente, os dados dessa monitoração são analisados por técnicos especializados e engenheiros geotécnicos da Eletronuclear, e relatórios técnicos são emitidos periodicamente para o IBAMA e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)&#8221;, diz a Nota.<br />
 <br />
Entre as ações tomadas pela Eletronuclear estão a execução de obras de drenagem nos talvegues (<em>áreas profundas de um vale, onde correm as águas de chuva, dos rios e riachos</em>) dessas encostas, canalizando aproximadamente 2.800m de córregos, reduzindo significantemente a infiltração d&#8217;água no terreno e aumentando a <strong>estabilidade das encostas</strong>. Além disso, para garantir o escoamento das águas pluviais, a Eletronuclear realiza periodicamente a limpeza de bueiros, canaletas de drenagem e drenos profundos das encostas.<br />
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Com base nos dados da monitoração das encostas, a Eletronuclear realizou várias obras de reforço, destacando-se a estabilização do corte do km 520,1, o reforço das cortinas atirantadas junto a Subestação 138 kV, e nos km 520 (convênio com DNIT) e km 520,2 da BR-101. A estabilização da encosta próximo ao km 519,9 da BR-101 está em andamento.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação da Eletronuclear</em></p>
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		<title>Eletronuclear resiste ao desligamento das usinas nucleares de Angra</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 02:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Eletronuclear,<strong> Othon Luiz Silva</strong>, disse nesta terça, 2, à noite, em entrevista à GloboNews, que não vê necessidade imediata de desligamento das usinas nucleares Angra I e Angra II. Othon negou que a Prefeitura de Angra tenha feito um <strong>pedido formal</strong> à empresa para que as usinas tivessem a produção de energia interrompida. O executivo admitiu, porém, que não haveria problemas em atender ao pedido do prefeito de Angra, Tuca Jordão (PMDB), se a Defesa Civil constatasse efetiva urgência nesta solicitação.</p>
<p>O argumento dos executivos da estatal é de que o epicentro da tragédia em Angra está distante cerca de<strong> 60 quilômetros da Central Nuclear de Itaorna</strong> e que no entorno das usinas não houve nenhum fato relevante, apesar das inundações no Perequê, com centenas de desabrigados.</p>
<p>A Prefeitura de Angra promete insistir na solicitação. Na <strong>primeira citação ao assunto</strong> feita ontem, 2, pela manhã <strong>exclusivamente ao Tribuna Livre</strong>, o prefeito Tuca condicionou o funcionamento pleno das unidades à perfeita trafegabilidade da Rodovia Rio-Santos. Na tarde de ontem, 2, a rodovia foi interditada totalmente na altura da Sapinhatuba II devido ao risco de desabamento das duas pistas.</p>
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		<title>Prefeitura cogita pedir o desligamento das usinas nucleares de Angra</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 18:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva ao Tribuna Livre, durante a visita do governador Sérgio Cabral ao Morro da Carioca, em Angra, o prefeito angrense Tuca Jordão (PMDB) disse ter cogitado solicitar à estatal Eletronuclear, o desligamento das usinas nucleares Angra I e Angra II. Segundo Tuca, na madrugada do dia 31, diante das notícias de queda de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>entrevista exclusiva</em> ao <strong>Tribuna Livre</strong>, durante a visita do governador Sérgio Cabral ao Morro da Carioca, em Angra, o prefeito angrense Tuca Jordão (PMDB) disse ter cogitado solicitar à estatal Eletronuclear, o desligamento das usinas nucleares Angra I e Angra II. Segundo Tuca, na madrugada do dia 31, diante das notícias de queda de barreiras e interdições na rodovia Rio-Santos, teria conversado sobre isso com o diretor de operações da Eletronuclear, Pedro Figueiredo. O pedido de desligamento,segundo Tuca, está condicionado à evolução do quadro de instabilidade na BR-101. Se a situação da rodovia piorar, o desligamento pode ser solicitado.</p>
<p>Neste momento, há vários trechos da rodovia em meia pista e com pontos de deslizamentos. Na região central da cidade, em menos de 18 quilômetros, são 10 pontos preocupantes. Na região no entorno das usinas, o Frade e o Perequê tiveram áreas alagadas. No Perequê são mais de 700 pessoas desalojadas.</p>
<p><em>A cobertura completa da tragédia em Angra dos Reis estará na próxima edição impressa do <strong>Tribuna Livre</strong>, na semana que vem</em>.</p>
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