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	<title>Tribuna Livre &#187; mulher</title>
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	<description>Quinzenalmente nas bancas de Angra e Paraty!</description>
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<title>Tribuna Livre</title>
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		<title>Emprego doméstico é uma das principais ocupações da mulher nas metrópoles brasileiras</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Para marcar a passagem, dia 8 de março, do Dia Internacional da Mulher, o DIEESE realizou estudo que analisa o trabalho doméstico nas sete regiões que compõem o Sistema PED &#8211; Distrito Federal, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo, nas quais é realizada, regularmente,  a Pesquisa de Emprego e Desemprego. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para marcar a passagem, dia 8 de março, do Dia Internacional da Mulher, o DIEESE realizou estudo que analisa o trabalho doméstico nas sete regiões que compõem o Sistema PED &#8211; Distrito Federal, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo, nas quais é realizada, regularmente,  a Pesquisa de Emprego e Desemprego. O trabalho é baseado no levantamento realizado pelo DIEESE e Fundação Seade, com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego e parceria com instituições e governos regionais e foca o emprego doméstico por se tratar de uma profissão exercida predominantemente pelas mulheres, e traz dados referentes ao ano de 2009.</p>
<p>O estudo indica que o emprego doméstico é, o segundo maior empregador de mão de obra feminina em três das regiões pesquisadas (São Paulo, Belo Horizonte e Distrito Federal), mas ocupa a terceira posição nas demais áreas pesquisadas (Porto Alegre, Recife, Fortaleza e Salvador). </p>
<p>No caso das mulheres negras, o emprego doméstico é sempre o segundo maior empregador e ocupa, de maneira geral, mais de 20% dessas mulheres. A maior parte das trabalhadoras domésticas era constituída por mulheres adultas, com idade entre 25 a 49 anos. Em todas as regiões analisadas, mais de 77% das ocupadas nos Serviços Domésticos tinham entre 25 e 59 anos. Nota-se, também, a tendência de esta ocupação ser mais exercida por mulheres mais velhas, uma vez que é pequena a parcela de jovens de 18 a 24 anos, inferior, em geral, a de mulheres com idade entre de 50 a 59 anos, exceto no Distrito Federal e em Fortaleza. O crescimento da escolarização das trabalhadoras e o interesse de as famílias preferirem pessoas mais experientes trabalhando em suas casas podem justificar esta situação.</p>
<p>Em todas as regiões, mais de 67% das trabalhadoras domésticas remuneradas são mensalistas, com e sem carteira assinada. No entanto, o trabalho como diarista vem crescendo.</p>
<p>O tempo médio de permanência no emprego das trabalhadoras domésticas é alto &#8211; varia entre 3 anos e 11 meses, em Fortaleza e 5 anos e 4 meses, em Belo Horizonte. No entanto, as jornadas de trabalho &#8211; principalmente para as mensalistas &#8211; são extensas, em especial no Nordeste. No caso das trabalhadoras com carteira assinada no Recife  e em Fortaleza a jornada atingiu 58 horas e 53 horas, respectivamente. </p>
<p>O nível de rendimento das empregadas domésticas é baixo, variando entre R$ 1,71 por hora em Fortaleza e R$ 3,52, em São Paulo. O rendimento da trabalhadora doméstica foi o menor entre todos os setores de atividade, correspondendo à metade do pago, em média, no setor Serviços. Em 2009, este montante equivalia a menos da metade do recebido pelo total de ocupados nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Recife e principalmente no Distrito Federal, onde o valor que as trabalhadoras domésticas receberam foi inferior a um terço da média dos ocupados. Em São Paulo e Porto Alegre, foi praticamente a metade.</p>
<p>Acesse também: <a href="http://www.dieese.org.br/">www.dieese.org.br</a></p>
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		<title>No Dia Internacional da Mulher, uma reflexão sobre a beleza de ser feminina</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 11:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ocasião do Dia da Mulher reproduzimos o artigo abaixo, desejando, claro, a todas elas, os nossos mais sinceros agradecimentos e felicitações. Feliz Dia da Mulher!
A beleza de ser feminina 
Por Manuela Melo (*)
O Dia da Mulher é propício para refletir sobre a participação feminina na sociedade. Não são recentes as discussões dos que defendem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por ocasião do Dia da Mulher reproduzimos o artigo abaixo, desejando, claro, a todas elas, os nossos mais sinceros agradecimentos e felicitações. Feliz Dia da Mulher!</strong></p>
<blockquote><p><strong>A beleza de ser feminina </strong><br />
<em>Por Manuela Melo (*)</em></p>
<p>O Dia da Mulher é propício para refletir sobre a participação feminina na sociedade. Não são recentes as discussões dos que defendem o feminismo ou mesmo a superioridade das mulheres aos homens. O movimento feminista proporcionou importantes contribuições para nós, mulheres; trouxe reflexões à sociedade como um todo e promoveu a compreensão de que homens e mulheres são iguais no que diz respeito às oportunidades de desenvolverem plenamente suas potencialidades. No entanto, com o passar do tempo, uma compreensão equivocada da luta pela valorização da mulher motivou a “competição”, uma disputa pela igualdade plena entre homens e mulheres. Com isto, corremos o risco de perder uma pérola preciosa: a diferença e a complementaridade entre homens e mulheres que pensam, agem e se expressam de formas diferentes.</p>
<p>A luta pela igualdade é vã, tira de nós mulheres a dignidade, o valor e a essência própria do ser mulher, fazendo com que se busque atingir padrões sociais, que muitas vezes não refletem a natureza feminina. Para o precursor da logoterapia, Victor Frankl, a existência humana é algo único e irrepetível. Ele explica que cada pessoa tem o “caráter de algo único”. É necessária a compreensão de que homens e mulheres têm valor e dignidade próprios pelo simples fato de terem sido criados à imagem e semelhança de Deus.</p>
<p>A mulher tem particularidades no modo de se relacionar, de agir, de lidar com os outros, de cuidar dos que ama. E por que então tentar anulá-las ao querer igualar-se ao homem? A mulher tem reações hormonais únicas, que são belas e que não podem ser desprezadas.</p>
<p>Outra questão que deve ser analisada é o da beleza feminina confundida com sensualidade. É fato que todo ser humano traz dentro de si um impulso natural para o prazer. A sensualidade gera na mulher uma elevação da autoestima. Por outro lado, o comportamento sensual de uma mulher pode banalizar a sexualidade e fomentar um ramo da indústria que tem compromisso apenas com o lucro e, que muitas vezes, desvaloriza a mulher,  transformando-a em algo essencialmente externo, corporal, físico, colocando de lado a essência da alma feminina.</p>
<p>É certo que as qualidades físicas são as primeiras a chamarem a atenção, mas não se pode esquecer que o verdadeiro valor da pessoa está no seu “caráter de algo único”, por isso uma acentuação excessiva na beleza física pode desvalorizar a pessoa na sua essência. Cuidar do próprio corpo, da aparência é saudável, no entanto, não se pode esquecer que a verdadeira beleza vem do transbordamento do interior.</p>
<p>Porque, então, desvalorizar a essência feminina, algo que transcende o que é externo, que é belo e criado por Deus? Uma beleza que dispensa a apelação de saias curtas e decotes, ao exagero na valorização da dimensão física da mulher. </p>
<p>É preciso deixar acontecer o transbordamento do interior para que apareça a verdadeira beleza da mulher. Beleza que está na sua essência, na alma feminina, afetuosa, cuidadosa, terna, sem deixar de ser firme, batalhadora. Esta beleza se reflete no exterior, no físico, no brilho do olhar, no sorriso, no jeito de andar, de se vestir, de falar, de amar.  </p>
<p><em> * Manuela Melo é missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.</em></p></blockquote>
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		<title>Estudo comprova avanço das mulheres no mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 21:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga nesta segunda-feira, 8, Dia Internacional da Mulher, o resultado de um estudo feito pela coordenadora de Igualdade de Gênero do Instituto, Natália Fontoura, intitulado &#8216;Mulheres e trabalhos: avanços e continuidades&#8217;. O estudo trata das desigualdades no mercado de trabalho e nos rendimentos e do papel das políticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada </strong>(Ipea) divulga nesta segunda-feira, 8, <strong>Dia Internacional da Mulher</strong>, o resultado de um estudo feito pela coordenadora de Igualdade de Gênero do Instituto, Natália Fontoura, intitulado <strong>&#8216;Mulheres e trabalhos: avanços e continuidades&#8217;</strong>. O estudo trata das desigualdades no mercado de trabalho e nos rendimentos e do papel das políticas públicas de igualdade de gênero.</p>
<p>Apesar de ocuparem cada vez mais postos no mercado de trabalho, as mulheres ainda são responsáveis pela <strong>maior parte dos trabalhos em casa</strong>. As mudanças nos arranjos familiares, com <strong>mais mulheres chefes de família</strong>, o tempo médio de estudo das mulheres, que <strong>já é superior ao dos homens</strong>, e o percentual crescente de mulheres que entram no mercado de trabalho são algumas das principais mudanças registradas entre 1998 e 2008.<br />
 <br />
Apesar disso, o estudo mostra que praticamente nada mudou com relação ao trabalho doméstico no que diz respeito à distribuição dos afazeres entre homens e mulheres. Em vez de uma divisão mais igual no trabalho em casa, há a delegação das tarefas às trabalhadoras domésticas, em sua maioria <strong>mulheres</strong> e <strong>negras</strong>. O estudo será apresentado a partir das 10h, em Brasília (DF).<br />
 <br />
<em>Mais informações no site </em><a href="http://www.ipea.gov.br"><em>www.ipea.gov.br</em></a></p>
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