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	<title>Tribuna Livre &#187; chuvas</title>
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	<description>Quinzenalmente nas bancas de Angra e Paraty!</description>
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<title>Tribuna Livre</title>
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		<title>Com orçamento inicial já estourado, Prefeitura de Angra busca mais recursos para obras de contenção</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 10:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[contenções]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia]]></category>

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		<description><![CDATA[O prefeito de Angra dos Reis, Tuca Jordão (PMDB), disse semana passada ao Tribuna Livre, que a Prefeitura está com um ‘buraco’ nas contas das obras de reconstrução de bairros atingidos pela tragédia de janeiro. Especialmente para as obras de contenção de encostas e revitalização de áreas onde houve deslizamentos. Tuca iria novamente ao Rio de Janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de Angra dos Reis, Tuca Jordão (PMDB), disse semana passada ao <strong>Tribuna Livre</strong>, que a Prefeitura está com um <strong>‘buraco’ nas contas</strong> das obras de reconstrução de bairros atingidos pela tragédia de janeiro. Especialmente para as obras de contenção de encostas e revitalização de áreas onde houve deslizamentos. Tuca iria novamente ao Rio de Janeiro para <strong>atualizar os valores</strong> e pedir nova ajuda ao <strong>Governo do Estado</strong>. Dos R$ 80 milhões liberados pelo Governo Federal, pelo menos <strong>R$ 30 milhões</strong> são para obras de contenção.</p>
<p>— <em>O que acontece é que as obras de contenção começam e depois a gente identifica a necessidade de mais investimento. São obras complicadas e com grandes demandas. Estou preocupado mas correndo atrás de recursos para que as obras não sejam prejudicadas</em> — disse Tuca.</p>
<p>A <strong>Prefeitura de Angra</strong> está acompanhando o andamento das intervenções, coordenadas pelo Governo do Estado. No início do mês, o secretário municipal de Meio Ambiente, Marco Aurélio Vargas, foi ao Morro da Carioca para vistoriar a construção do muro de contenção que cortará a localidade. O muro tem cerca de 300 metros de extensão, com o objetivo de evitar novos desli-zamentos e proteger as casas abaixo.</p>
<p>A Prefeitura desistiu de usar sobras de demolição no muro e está revestindo a contenção com blocos graníticas envolvidas por uma malha de fios de aço.</p>
<p>Segundo Tuca, as obras de contenção na cidade, incluindo aquelas que já foram concluídas com recursos do município estão ainda na fase inicial.</p>
<p>— Temos cerca de 30% das obras já concluídas e trabalhando muito — disse.</p>
<p><strong>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</strong></p>
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		<title>Prejuízos com as chuvas no Rio de Janeiro este ano pode ultrapassar os R$ 60 milhões</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 20:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Federação das Indústrias do Ri de Janeiro (Firjan) intensificou, nos últimos dias, as pesquisas com empresas fluminenses para obter o resultado do impacto das chuvas nas indústrias. Os prejuízos estimados são da ordem de 19,3% do PIB industrial diário do Estado, o equivalente a R$ 59,5 milhões. Segundo o levantamento, realizado com 195 empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Ri de Janeiro (Firjan) intensificou, nos últimos dias, as pesquisas com empresas fluminenses para obter o resultado do impacto das chuvas nas indústrias. Os prejuízos estimados são da ordem de <strong>19,3% do PIB industrial diário do Estado</strong>, o equivalente a <strong>R$ 59,5 milhões</strong>. Segundo o levantamento, realizado com 195 empresas até o último dia 9 de abril, <strong>63% das indústrias foram afetadas pelas chuvas</strong> dos últimos dias, totalizando 124 empresas. Destas, <strong>48% registraram queda no volume de vendas</strong>.<br />
 <br />
Além da queda na comercialização, <strong>63,7% das 124 empresas afetadas tiveram perda de produção</strong>; 56,4% dificuldades de escoamento de seus produtos; <strong>75% com ausência de funcionários</strong> e 15,3% relataram problemas de alagamento do parque industrial. Das empresas que tiveram seu parque alagado, 15,8% tiveram seus estoques de matéria-prima afetados e 21,1% destas empresas disseram contabilizar prejuízos nos <strong>estoques de produtos acabados</strong>.<br />
 <br />
Em relação ao absenteísmo, 63% das 124 empresas afetadas tiveram problemas na área de produção com a <strong>falta dos empregados </strong>por conta das chuvas que castigaram o <strong>Estado do Rio de Janeiro</strong>; e 43,5% tiveram o setor administrativo afetado por estas faltas. Muitas sofreram interrupção dos serviços públicos: <strong>21,8% por problemas de luz</strong>, 1,6% por falta de água e <strong>8% por falha no fornecimento de gás</strong>. Das empresas que tiveram a produção afetada pelas chuvas (63%), cerca de 37% disseram voltar à normalidade em até cinco dias.<br />
 <br />
A análise foi realizada com <strong>171 indústrias  de transformação</strong> (87% do universo pesquisado) e <strong>24 indústrias da construção civil</strong> (12,3% das empresas participantes). Os maiores impactos causados concentravam-se principalmente na <strong>região Leste Fluminense</strong> (<em>Niterói e São Gonçalo</em>) e no <strong>Grande Rio</strong> (<em>Coelho e Estácio</em>). Algumas delas relataram perdas de 40% da produção no <strong>primeiro dia de chuva</strong>.</p>
<p>Com informações da assessoria de comunicação da Firjan/RJ</p>
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		<title>Instituto de Pesquisas Espaciais ajudará a monitorar temporais em Angra dos Reis</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Angra receberá nesta quinta-feira, 28, uma equipe de técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para iniciar um trabalho de monitoração e planejamento visando a criação do sistema de alarme e controle pluviométrico nos morros do Centro da cidade.
O modelo em debate para Angra já foi aplicado com sucesso em cidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Angra receberá nesta quinta-feira, 28, uma equipe de técnicos do <strong>Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</strong> (<strong>Inpe</strong>) para iniciar um trabalho de <strong>monitoração e planejamento</strong> visando a criação do <strong>sistema de alarme e controle pluviométrico</strong> nos morros do Centro da cidade.</p>
<p>O modelo em debate para Angra já foi aplicado com sucesso em cidades paulistas como Cubatão e Itanhaém. Em entrevista ao <strong>Tribuna Livre</strong>, o prefeito Tuca Jordão (PMDB) disse esperar que, em menos de três meses, o sistema já esteja sendo implantado, com pluviômetros eletrônicos, viaturas com <em>link </em>para satélites e alarmes para alerta à população. Para o prefeito este é o sistema mais avançado de prevenção e ajudará a evitar novas tragédias como a do Morro da Carioca.</p>
<p>Um segundo passo das mudanças que a Prefeitura pretende implantar, especialmente nos morros do Centro da cidade, trata-se do <strong>mapa geotécnico</strong>, que será feito com auxílio de especialistas da Geo-Rio e determinará que locais podem ou não ser ocupados. A partir daí, segundo o prefeito, diversas áreas do município poderão ser usadas para <strong>realocação de moradias que estiverem em áreas de risco</strong>.</p>
<p>Mais informações estarão na <strong>próxima edição impressa do Tribuna Livre</strong>, na semana que vem.</p>
<p><em>P.S.: Advertido pelo internauta Ferraz fiz o devido reparo. Ao invés de &#8216;Especiais&#8217; como estava escrito, é Espaciais. Tenho tido problemas com a conexão da Internet e as atualizações, por isso, estão esparsas.</em></p>
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		<title>Prefeito decreta estado de calamidade pública em Angra</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 11:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>

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		<description><![CDATA[O prefeito angrense Tuca Jordão (PMDB) decretou nesta manhã, 1º, estado de calamidade pública na cidade. A chuva forte que desabou sobre a cidade desde o dia 30 deixa um rastro de destruição por vários bairros e na Ilha Grande. Nesta manhã, o temporal dá uma pequena trégua.
Na praia do Bananal, na Ilha, uma pousada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito angrense Tuca Jordão (PMDB) decretou nesta manhã, 1º, <strong>estado de calamidade pública</strong> na cidade. A chuva forte que desabou sobre a cidade desde o dia 30 deixa um rastro de destruição por vários bairros e na Ilha Grande. Nesta manhã, o temporal dá uma pequena trégua.</p>
<p>Na <strong>praia do Bananal</strong>, na Ilha, uma pousada foi atingida por um deslizamento. Bombeiros e agentes da Defesa Civil estão no local auxiliando as vítimas. Podem haver pessoas <strong>soterradas</strong>.</p>
<p>Nos morros do Centro da cidade, muito estrago. Na Carioca haveria pessoas e casas também soterradas. No Morro do Carmo, casas também foram atingidas. Na Sapinhatubas há vários pontos de deslizamentos. Na Grande Japuíba, houve diversos alagamentos e inundações.</p>
<p>Há estimativa de que <strong>quase 500 pessoas </strong>estariam <strong>desabrigadas</strong>. Escolas da rede pública estão sendo usadas como ponto de abrigo. A Prefeitura pedirá ajuda financeira ao <strong>Governo do Estado</strong> e à <strong>União</strong>.</p>
<p>Na rodovia Rio-Santos, são diversos os pontos em meia-pista e, na altura do <strong>quilômetro 583</strong>, o trânsito está <strong>totalmente interditado</strong>. É impossível chegar a Paraty <strong>neste momento</strong>.</p>
<p>Devido à insegurança no mar, o prefeito decidiu também pelo <strong>cancelamento da Procissão Marítima de Ano Novo</strong>.</p>
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		<title>A conta dos temporais, quem vai pagar?</title>
		<link>http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/a-conta-dos-temporais-quem-vai-pagar/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 20:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>

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		<description><![CDATA[As chuvas destes últimos dois dias (30 e 31) tornaram mais evidentes os problemas de infraestrutura de Angra dos Reis. Não se pode culpar um ou outro administrador, mas todos têm sua parcela de responsabilidade.
O principal problema foi e continua sendo o crescimento desordenado da cidade. Toda vez que houve espamos de investimentos públicos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As chuvas destes <strong>últimos dois dias</strong> (30 e 31) tornaram mais evidentes os <strong>problemas de infraestrutura </strong>de Angra dos Reis. Não se pode culpar <strong>um ou outro administrador</strong>, mas todos têm sua parcela de responsabilidade.</p>
<p>O principal problema foi e continua sendo o <strong>crescimento desordenado da cidade</strong>. Toda vez que houve espamos de investimentos públicos e privados no município, a cidade cresceu e como não havia áreas planas, ela desenvolveu-se <strong>para cima</strong>. Nos últimos 30 anos muito foi feito para que tudo não desmoronasse, mas não tarda e a natureza <strong>cobra sua conta</strong>, que pode ser fatal.</p>
<p>A enchente de 2002, uma tragédia humana irreparável, era o prenúncio da urgência de investir-se <strong>mais na prevenção</strong>. Parece que ainda <strong>foi pouco</strong>. E não é só construir muros de arrimo e contenção, nem tampouco, somente fazer <strong>vistorias</strong>. O caso é a grave e a solução, dolorida. Trata-se da realocação de famílias, da demolição de residências, da devolução à natureza, de áreas que foram <strong>indevidamente ocupadas</strong>. É um remédio amargo. A <strong>impermeabilização do solo</strong> e a construção de galerias aumentam o risco de <strong>inundações</strong>.</p>
<p>A Defesa Civil e os demais órgãos de vigilância estão num <strong>trabalho hercúleo </strong>para enfrentar o mau tempo e as adversidades climáticas de hoje e dos próximos dias. Força para eles e luz para a população, para que entenda <strong>o seu papel na gestão da terra</strong>.</p>
<p>As chuvas deste final de ano causaram <strong>69 ocorrências</strong>, até a manhã de hoje, 31. Felizmente parece  <strong>não ter havido feridos</strong>, mas há famílias desabrigadas, alojadas em escolas. O prefeito de Angra, Tuca Jordão, decretou <strong>situação de emergência</strong> e supervisionou, na madrugada, as <strong>ações imediatas de atendimento às vítimas</strong>. Na rodovia Rio-Santos, pelo menos <strong>12 pontos de desabamento</strong>, apenas no trecho Angra. Comunidades como a <strong>Sapinhatuba, Morro da Carioca, Areal, Vila Nova, Camorim e Jacuecanga</strong> estão em situação de <strong>maior atenção</strong>.</p>
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