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	<title>Tribuna Livre &#187; Saúde</title>
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	<description>Quinzenalmente nas bancas de Angra e Paraty!</description>
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<title>Tribuna Livre</title>
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		<title>Estudo comprova que incidência de câncer em Angra não tem ligação com usinas nucleares</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 13:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eletronuclear]]></category>
		<category><![CDATA[usinas nucleares]]></category>

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Um dos maiores mitos relacionados à existência das usinas nucleares de Angra dos Reis pertence agora às várias lendas urbanas que cercam o empreendimento. O medo de que a presença da atividade de exploração da energia a partir de componentes radioativos tenha ligação, ou influencie, num possível aumento no número de casos de câncer na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1390" href="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/estudo-cancer-em-angra-usinas-nucleares/hpb_001/"><img class="alignleft size-full wp-image-1390" title="Hospital de Praia Brava" src="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/wp-content/uploads/2011/12/hpb_001.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Um dos maiores mitos relacionados à existência das usinas nucleares de Angra dos Reis pertence agora às várias lendas urbanas que cercam o empreendimento. O medo de que a presença da atividade de exploração da energia a partir de componentes radioativos tenha ligação, ou influencie, num possível aumento no número de casos de câncer na cidade caiu por terra após a divulgação de um amplo estudo empreendido pela <strong>Fundação Eletronuclear de Assistência Médica</strong> (<em>Feam</em>) comparando os casos da doença na cidade com nada menos que outros <strong>46 municípios</strong> de três estados brasileiros e confirmando que a presença das usinas não fez nenhuma diferença em relação ao mal. Desde 1986 até 2007, os casos de câncer em Angra <strong>são compatíveis</strong> com os de outras cidades e, em alguns anos do estudo, foram até menores que cidades como Cabo Frio, por exemplo, cujo perfil é muito parecido com o de Angra.</p>
<p>A diretora-superintendente da Feam, a médica Tereza Leite, está fazendo a entrega das conclusões do estudo denominado <em>‘Padrão da Mortalidade da População Circunvizinha à Central Nuclear’</em>, a autoridades sanitárias e políticas e fez uma apresentação especial para a Imprensa.</p>
<p>- <em>Foi um trabalho árduo, baseado nos dados do próprio sistema público de saúde, através do DataSus e que nos deixa mais tranquilos em relação à presença das usinas nucleares. Não há com o que se preocupar porque a presença das usinas, no que diz respeito ao câncer não faz nenhuma diferença</em> &#8211; explicou a médica.</p>
<p>Os pesquisadores de Angra receberam uma consultoria especial da <strong>Fundação Osvaldo Cruz</strong> (<em>Fiocruz</em>) que, há alguns anos, já havia feito levantamento semelhante, porém menos abrangente.</p>
<p>O trabalho foi amplo e envolveu cidades num raio de até 100 quilômetros das usinas, alcançando municípios do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. A realização desta pesquisa é também uma das condicionantes relacionadas à construção da usina nuclear Angra 3, cuja conclusão está prevista para 2014. Segundo Tereza Leite, os dados devem servir para <strong>reafirmar a segurança das usinas brasileiras</strong> e justificar a expansão do programa nuclear brasileiro, já que a questão dos riscos à saúde  está sempre adjacente ao debate sobre a energia atômica.</p>
<p>O estudo agora deverá ser mantido e atualizado, ano a ano, atividade que continuará a cargo do Cira (<em>Centro de Informação sobre Radioepidemiologia</em>), organismo ligado à própria Feam. Segundo sugere Tereza Leite, uma segunda etapa da pesquisa poderia ser um diagnóstico dos <strong>tipos mais comuns de câncer</strong> registrados na região, o que poderia orientar campanhas de prevenção e tratamentos mais eficazes.</p>
<p>- <em>O estudo é importante não só para tranquilizar a população de Angra, mas a do país inteiro</em> &#8211; esclareceu a médica.</p>
<p><em>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</em></p>
<p><em><strong><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre">Siga o Tribuna Livre no twitter.</a></strong></em></p>
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		<title>Consultas de hematologia agora disponíveis no ambulatório do Hospital de Praia Brava</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 10:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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O ambulatório do Hospital de Praia Brava agora disponibiliza também um consultório de hematologia. A especialista responsável pelo atendimento é a médica hematologista Aline Delduque Kropf. &#8220;Doenças como anemias, baixa de leucócitos e plaquetas, entre outras, são diretamente ligadas ao sangue e que necessitam de um especialista para fazer o tratamento e acompanhar a evolução”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1091" href="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/consultas-de-hematologia-agora-disponiveis-no-ambulatorio-do-hospital-de-praia-brava/hospital-de-praia-brava/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1091" title="Hospital de Praia Brava" src="http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/wp-content/uploads/2010/09/Hospital-de-Praia-Brava-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O ambulatório do <strong>Hospital de Praia Brava</strong> agora disponibiliza também um <strong>consultório de hematologia</strong>. A especialista responsável pelo atendimento é a médica hematologista Aline Delduque Kropf. &#8220;Doenças como anemias, baixa de leucócitos e plaquetas, entre outras, são diretamente ligadas ao sangue e que necessitam de um especialista para fazer o tratamento e acompanhar a evolução”, explicou Dra. Aline, que se formou e se especializou em hematologia no Hospital do Fundão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p><strong>As consultas para a hematologista, que hoje reside na Vila de Praia Brava, acontecem às sextas-feiras e podem ser agendadas diretamente no ambulatório do Hospital ou através do telefone 0800 70 44 130.</strong></p>
<p>Dra. Aline Delduque, que também é hemoterapeuta e diretora do Hemonúcleo Costa Verde aproveitou para falar sobre doação de sangue. Segundo ela, é preciso que as pessoas iniciem o hábito de doar regularmente sangue. O Hemonúcleo que deve atender às demandas não só de Angra, mas também de Paraty, Rio Claro e de Mangaratiba, está sempre necessitando de mais doadores.</p>
<p>— Nosso estoque está constantemente no limite, porque o número de bolsas coletadas não é o suficiente para atender toda essa região. Quando vai se aproximando o final do ano a situação fica ainda pior — alertou a médica.</p>
<p>Ainda segundo ela, essa situação poderia ser facilmente solucionada se as pessoas se dispusessem mais a doar. Isso porque, para doar sangue é simples, é preciso ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 65 quilos e ter boa saúde. Uma triagem com médicos especialistas acontecem momentos antes da doação. “O que garante a segurança do doador”, completou Dra. Aline.</p>
<p><strong>Sangue — </strong>A direção da Fundação Eletronuclear de Assistência Médica (Feam) apóia a preocupação da Dra. Aline quanto à doação de sangue. A Feam, inclusive, mantém o programa Doando Vida que tem como objetivo capacitar jovens estudantes para que eles sejam multiplicadores das informações sobre a importância da doação de sangue. Faz parte do programa também a mobilização de doadores e o transporte dos mesmos até o Hemonúcleo. A Fundação também esbarra na dificuldade de se conseguir um <strong>número expressivo de pessoas dispostas a fazer a doação de sangue</strong>.</p>
<p>Faça um esforço pequeno e passe lá no Hemonúcleo que fun-ciona atrás da Santa Casa ou procure a Fundação Eletronuclear, que poderá encaminhá-lo para doação. Afinal, precisamos todos de solidariedade!</p>
<p><strong>Para saber mais acesse </strong><a href="http://www.feam-etn.org.br"><strong>www.feam-etn.org.br</strong></a></p>
<p><strong>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</strong></p>
<p><strong><em>Siga o Tribuna Livre no twitter. </em></strong><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre"><strong><em>www.twitter.com/tribunalivre</em></strong></a></p>
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		<title>Ministério da Saúde alerta para a segunda dose da campanha de vacinação contra a poliomielite</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 13:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado, 14 de agosto, é dia da segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Com o slogan “Não vai esquecer a segunda dose, hein?”, o Ministério da Saúde reforça o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de levar as crianças menores de cinco anos aos postos de vacinação para tomar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, <strong>14 de agosto</strong>, é dia da <strong>segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite</strong>. Com o <em>slogan</em> <strong>“Não vai esquecer a segunda dose, hein?”</strong>, o Ministério da Saúde reforça o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de levar as crianças menores de cinco anos aos <strong>postos de vacinação</strong> para tomar a segunda dose da vacina.</p>
<p>Na segunda etapa da campanha, a meta é imunizar, novamente, <strong>14,6 milhões de crianças</strong>, representando <strong>95%, meta mínima exigida</strong>, dos menores de cinco anos. Para isso, foram distribuídos <strong>24 milhões de doses da vacina</strong>. No total, somando as duas etapas, foram distribuídos <strong>48 milhões de doses</strong>. A primeira fase da campanha, realizada em 12 de junho, imunizou <strong>14 milhões de crianças</strong>. O investimento do Ministério da Saúde, nas duas fases da campanha, foi de <strong>R$ 40,9 milhões</strong> – sendo R$ 20,8 milhões para comprar vacinas e R$ 20,1 milhões em repasses para as secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, parceiros do Ministério na realização da campanha.</p>
<p><strong>BRASIL SEM PÓLIO –</strong> A estratégia adotada pelo Brasil, de realizar campanhas nacionais anuais, divididas em duas etapas, com intervalo de dois meses entre as doses, contribuiu para que o país eliminasse o vírus da poliomielite. Desde 1989, não são registrados casos da doença em território nacional. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) a certificação internacional de erradicação da transmissão da poliomielite.</p>
<p> Apesar do Brasil não registrar casos há mais de vinte anos, a doença ainda é comum em outras partes do mundo. A imunização previne contra os riscos de importação de casos provenientes de outros países que ainda registram casos da doença, principalmente dos que têm relações comerciais ou registram um fluxo migratório com o Brasil, como é o caso de alguns países africanos e asiáticos.</p>
<p> De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos de poliomielite. Desses quatro são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 22 países têm registro de casos importados: Tajiquistão, Angola, Chade, Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Togo, Burkina Faso, Níger, Mali, Libéria, Serra Leoa, Mauritânia, Senegal, República Centro Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Nepal, Guiné, Camarões e Burundi.</p>
<p> A vacina contra a polio <strong>não apresenta contra-indicações</strong>. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas. A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e aids ou de outras doenças que afetem o sistema imunológico, de defesas do organismo).</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Ministério da Saúde</em></p>
<p><strong><em> Siga o Tribuna Livre no twitter. </em></strong><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre"><strong><em>www.twitter.com/tribunalivre</em></strong></a></p>
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		<title>Implantação de projetos de saneamento aumentaria a renda dos trabalhadores do Rio</title>
		<link>http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/implantacao-de-projetos-de-saneamento-aumentaria-a-renda-dos-trabalhadores-do-rio/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 11:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A implantação da rede de esgoto reflete positivamente na qualidade de vida do trabalhador gerando o aumento da sua produtividade e da renda, além de contribuir para a valorização dos imóveis. A pesquisa &#8220;Benefícios econômicos da expansão do saneamento básico&#8221;, encomendada pelo Instituto Trata Brasil e realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), revela que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A implantação da <strong>rede de esgoto</strong> reflete positivamente na qualidade de vida do trabalhador gerando o aumento da sua <strong>produtividade </strong>e da renda, além de contribuir para a <strong>valorização dos imóveis</strong>. A pesquisa &#8220;Benefícios econômicos da expansão do saneamento básico&#8221;, encomendada pelo Instituto Trata Brasil e realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), revela que a renda média e a produtividade do trabalhador no Estado do Rio de Janeiro <strong>cresceriam 2,2% com a universalização da rede de esgoto</strong>.</p>
<p> Segundo a pesquisa, <strong>82,5% dos moradores da cidade do Rio de Janeiro</strong> são atendidos pela rede de esgoto. A capital fluminense ocupa a <strong>46ª posição no <em>ranking</em> Trata Brasil </strong>que lista a situação de <strong>81 cidades brasileiras </strong>com mais de 300 mil habitantes.</p>
<p>— A evolução do setor é inquestionável, mas o déficit continua. Os investimentos precisam se crescentes para reduzir o número de brasileiros que ainda não tem acesso ao saneamento básico — esclarece o presidente do instituto, André Castro.</p>
<p> Por outro lado, ao ter <strong>acesso à rede de esgoto</strong>, um fluminense aumenta sua produtividade em 2,2% permitindo assim o <strong>crescimento de sua renda </strong>na mesma proporção. A estimativa é que a massa de salários no Estado do Rio de Janeiro, que hoje gira em torno de <strong>R$ 104,45 bilhões</strong>, tenha um ganho de <strong>R$ 2,30 bilhões</strong> por ano.</p>
<p><strong>Efeito imobiliário —</strong> A universalização do acesso à rede de esgoto pode ainda proporcionar uma <strong>valorização média nacional</strong> de até <strong>18% no valor dos imóveis</strong>. Essa valorização terá efeitos diferenciados em cada Estado da Federação. Os Estados com maior deficiência são os que teriam o <strong>maior volume de ganhos</strong>. A pesquisa estima que a valorização dos imóveis, no Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, chegaria aos <strong>1,2%</strong>.</p>
<p><strong>Saúde — </strong>A pesquisa mostra ainda os <strong>efeitos da universalização do saneamento na área da saúde</strong> e revela que, por ano, <strong>217 mil trabalhadores brasileiros</strong> precisaram se afastar de suas atividades devido a <strong>problemas gastrointestinais</strong> ligados a falta da coleta e tratamento adequado do <strong><span style="text-decoration: underline;">esgoto</span></strong>. Somente no Estado do Rio de Janeiro, foram <strong>13.555 internações</strong>, em 2009, sendo que <strong>4.103 delas poderiam ser evitadas</strong>.</p>
<p> O estudo também apurou que em 2009, de acordo com o DATASUS, dos <strong>462 mil pacientes internados por infecções gastrointestinais</strong>, <strong>2.101 faleceram</strong> no hospital. No Estado do Rio de Janeiro foram <strong>50 mortes</strong>, dessas 33 vidas poderiam ter sido salvas com a implantação do saneamento.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Instituto Trata Brasil (</em><a href="http://www.tratabrasil.org.br"><em>www.tratabrasil.org.br</em></a><em>)</em></p>
<p> <strong><em>Siga o Tribuna Livre no twitter. www.twitter.com/tribunalivre</em></strong></p>
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		<title>Aumenta o número de transplantes de órgãos pelo Sistema Único de Saúde</title>
		<link>http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/aumenta-o-numero-de-transplantes-de-orgaos-pelo-sistema-unico-de-saude/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 12:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento do Ministério da Saúde aponta que o número de transplantes de órgãos no Brasil cresceu 16,4% no primeiro semestre de 2010 em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a junho deste ano foram realizados 2.367 transplantes de órgãos de doador falecido. Nos primeiros seis meses de 2009, foram 2.033 cirurgias nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento do Ministério da Saúde aponta que o número de transplantes de órgãos no Brasil cresceu 16,4% no primeiro semestre de 2010 em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a junho deste ano foram realizados <strong>2.367 transplantes de órgãos</strong> de doador falecido. Nos primeiros seis meses de 2009, foram 2.033 cirurgias nesta modalidade contra 1.688 procedimentos realizados no primeiro semestre de 2008 pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Os dados mostram um <strong>crescimento sustentado</strong> na quantidade de transplantes feitos no SUS, responsável por <strong>90% de todos os procedimentos</strong> realizados no país de forma totalmente gratuita à população. Além dos transplantes, o número de doadores efetivos de órgãos também cresceu 17% no primeiro semestre de 2010. Em números absolutos são 963 doadores efetivos ou 10,06 doadores por milhão da população (ppm). No mesmo intervalo de 2009 foram 818 doadores efetivos ou 8,6 ppm. A taxa é recorde para o semestre e a expectativa é que seja consolidada para todo ano de 2010.</p>
<p>O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, credita os bons resultados do contínuo aprimoramento do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) aos crescentes investimentos no SNT e à qualificação do processo de captação de órgãos. “Estamos conseguindo transformar a vontade das famílias em uma doação efetiva”, afirma. “Além disso, todos os anos, o Ministério da Saúde tem feito campanhas com desdobramentos positivos nos estados e municípios. Portanto, temos um conjunto de fatores que está fazendo com que haja um crescimento sustentável da quantidade de transplantes no país. Nossa intenção é aumentar cada vez mais”, completa o secretário.<br />
 <br />
Os estados que apresentaram maior índice de doadores foram São Paulo (22,76 ppm), Santa Catarina (17 ppm), Distrito Federal (16,88 ppm), Espírito Santo (16,06 ppm) e Ceará (15,68 ppm).<br />
 <br />
Com exceção do coração, todos os órgãos registraram aumento de transplantes. Entre as cirurgias, rim e de fígado tiveram odesempenho mais positivo. De janeiro a junho de 2010, foram realizados 1.486 transplantes de rim. No mesmo período do ano passado,foram 1.295,contra 994 no ano de 2008. O número de cirurgias de transplante de fígado saiu de 492 no primeiro semestre de 2008, para 606 no mesmo período de 2009, e 663 neste ano. O SNT avaliou o desempenho comparativo da rede transplantadora de todos os estados, no primeiro semestre.<br />
 <br />
<strong>RESULTADOS</strong> – A capacitação dos profissionais de saúde, sobretudo do setor de terapia intensiva, também contribuiu para os avanços no número de doações e transplantes de órgãos no país, como explica o secretário Alberto Beltrame. “Estão sendo treinadas todas as Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante para a avaliação dos possíveis doadores de órgãos e entrevistas aos familiares. Isso possibilita o aumento do número de procedimentos”.<br />
 <br />
A qualificação profissional foi uma das medidas desenvolvidas para o salto obtido pelo estado da Paraíba, por exemplo. Em 2008, foi registrado apenas um doador efetivo. Este ano, o número subiu para 17 e todos os doadores tiveram os órgãos efetivamente implantados em outras pessoas. O mesmo ocorreu no Ceará, onde o número de doadores efetivos e de órgãos implantados também subiu consideravelmente.<br />
 <br />
<strong>INVESTIMENTOS</strong> – Outro fator que sustenta esse crescimento doações e transplantes no país, ano a ano, é a ampliação do investimento no setor. Entre 2003 e 2009, os recursos aplicados pelo Ministério da Saúde no SNT mais que triplicaram, passando de R$ 327,8 milhões (2003) para R$ 990,5 milhões (2009).<br />
 <br />
Também contribuem para o contínuo processo de aprimoramento do sistema a melhor remuneração dos procedimentos e exames inseridos na tabela do SUS e a conscientização, sobre a importância da doação para a realização dos transplantes, não só da população como também dos profissionais de saúde envolvidos em todo o processo.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Ministério da Saúde</em></p>
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		<title>Angra dos Reis quer cadastrar mais de dez mil doadores de medula</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 01:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Angra dos Reis é um dos polos regionais da campanha para popularizar a doação de medula óssea e aumentar o número de doadores. De agora até setembro, voluntários farão um esforço de divulgação para preparar o município para os dias de coleta de sangue de colaboradores, em 17 e 18 de setembro. Nesta data serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Angra dos Reis é um dos polos regionais da campanha para popularizar a doação de medula óssea e aumentar o número de doadores. De agora até setembro, voluntários farão um esforço de divulgação para preparar o município para os dias de coleta de sangue de colaboradores, em 17 e 18 de setembro. Nesta data serão montadas 16 unidades volantes para cadastro e coleta de material de interessados em ajudar, para análise e eventual confirmação como doador regular.</p>
<p>— É um gesto muito simples, mas vital para a saúde de muita gente. O problema é que muitas pessoas ainda não conhecem o procedimento de doação e acabam tendo medo de participar — explica Sérgio Cabral, um dos coordenadores regionais da campanha, que tem o apoio de setores da Prefeitura de Angra como a Medicina do Trabalho e a secretaria municipal de Administração.</p>
<p>Quanto maior o número de doadores, mais as chances de tirar pessoas da fila de espera, já que as taxas de compatibilidade para doação são baixas. Em parentes, menos de 25% dos transplantes são possíveis. Em outros casos, menos de uma em cada 100 mil doações acaba servindo. A meta é cadastrar de 10 mil a 15 mil pessoas. Em Angra há 13 crianças com leucemia esperando doações compatíveis.</p>
<p>A campanha pretende realizar ações em empresas como a Brasfels e a Eletronuclear para identificação de doadores. Para mais informações, a Medicina do Trabalho da Prefeitura disponibilizou o telefone (24) 3365-4842.</p>
<p>Na Câmara Municipal de Angra dos Reis, um projeto de autoria do vereador Cordeiro (PT) pretende criar na cidade, anualmente, no dia 14 de dezembro, um Dia Municipal de incentivo à doação de Medula Óssea, com a realização de palestras e campanhas educativas.</p>
<p><strong>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</strong></p>
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		<title>Santa Casa reconduz provedor e fecha novo convênio com a Eletrobras Eletronuclear</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 02:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o voto de 49 de seus membros, a Irmandade da Santa Misericórdia de Angra dos Reis elegeu, no último domingo, 4, o seu novo Conselho Deliberativo que, ato contínuo, procedeu à escolha dos integrantes da Diretoria. A Irmandade é responsável pela gestão da Santa Casa de Misericórdia de Angra, principal Hospital público da Costa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o voto de 49 de seus membros, a Irmandade da Santa Misericórdia de Angra dos Reis elegeu, no último domingo, 4, o seu novo Conselho Deliberativo que, ato contínuo, procedeu à escolha dos integrantes da Diretoria. A Irmandade é responsável pela gestão da Santa Casa de Misericórdia de Angra, principal Hospital público da Costa Verde, que recebe pacientes de várias cidades da região, sem as devidas contrapartidas financeiras.</p>
<p>O atual provedor, Samuel Almeida, foi reconduzido ao cargo. A diretoria do Hospital terá ainda o vice-provedor Wander Maia, o tesoureiro Cledson do Nascimento e a secretária Catarina Massad. Foi eleito também neste domingo, o novo Conselho Fiscal, responsável por analisar as contas da Irmandade e do Hospital.</p>
<p>A Santa Casa de Angra tem sido alvo de muitos debates nos últimos meses e, de fato, enfrenta uma situação financeira delicada. Como define bem o provedor, no Hospital, quanto mais clientes, maior o prejuízo. O Sistema Único de Saúde (SUS) remunera mal à maioria dos procedimentos médicos, o custo do Hospital é elevado e as receitas, insuficientes. Um dos problemas está no fato de que apenas a Prefeitura de Angra &#8216;comparece&#8217; com ajuda à unidade, com seus R$ 6 milhões anuais, ainda insuficientes para o custo gerado pela população angrense. Prefeituras como as de Rio Claro, Mangaratiba e Paraty, apesar de mandarem pacientes para Angra com frequência, não enviam um tostão sequer para o custeio dos procedimentos.</p>
<p>A atual diretoria da Santa Casa trava batalha hercúlea contra as dívidas e tem garantido o atendimento sem distinção. Está em curso um plano de revisão de procedimentos médicos e de credenciamento de leitos no SUS, de forma a reduzir despesas e aumentar receitas. As primeiras ações têm dado resultado.</p>
<p>Melhor ainda é que na última sexta-feira, 2, a Irmandade conseguiu fechar um convênio com a Eletrobras Eletronuclear, no valor de R$ 3,2 milhões destinados exclusivamente a investimentos. Entre outros serão compradas duas novas máquinas para raio-x, modernas, o que aumentará a eficiência do Hospital nesta área. Mais detalhes dos investimentos previstos para a Santa Casa nos próximos meses estarão na próxima edição impressa do <strong>Tribuna Livre</strong>, na semana que vem.</p>
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		<title>Brasileiros e brasileiras estão bebendo mais álcool, diz o Ministério da Saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde divulgou hoje, dados preocupantes sobre o consumo de bebida alcóolica no país e já pretende articular ações restritivas ao consumo de álcool
Os brasileiros relatam cada vez mais episódios de exageros com bebida. A proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde divulgou hoje, dados preocupantes sobre o consumo de bebida alcóolica no país e já pretende articular ações restritivas ao consumo de álcool</p>
<p>Os brasileiros relatam cada vez mais episódios de exageros com bebida. A proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. Os dados fazem parte da pesquisa de <strong>Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico</strong> (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.</p>
<p>O Ministério da Saúde considera excesso de bebida alcoólica <strong>cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês</strong>, no caso dos <strong><span style="text-decoration: underline;">homens</span></strong>, ou <strong>quatro ou mais doses</strong>, no caso das <strong><span style="text-decoration: underline;">mulheres</span></strong>. O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina. No ano passado, <strong>28,8% dos homens </strong>e <strong>10,4% das mulheres </strong>beberam demais.</p>
<p>- Esse nível de consumo de bebida é bastante elevado e preocupante, pois é fator de risco para acidentes de trânsito, violência e doenças. Mas nem sempre isso é lembrado porque o álcool está presente na cultura brasileira, associado ao lazer e à celebração &#8211; interpreta a coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta. Ela ressalta que, considerando apenas a população masculina, o índice do Brasil (28,8%) é superior ao do Chile (17%), Estados Unidos (15,7%) e Argentina (14%).</p>
<p>De acordo com a Vigitel 2009, o <strong>consumo abusivo de bebida alcoólica </strong>é mais frequente <strong>entre os jovens de 18 a 24 anos </strong>(23%). À medida que a idade avança, o número de exageros diminui. De 45 a 54 anos e de 55 a 64 anos, 17% e 10,5% da população relatam que beberam em excesso, respectivamente.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Ministério da Saúde</em></p>
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		<title>Vila Operária de Mambucaba, no limite entre Angra e Paraty, terá novo Hospital até 2016</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 14:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A Vila Operária de Mambucaba, no limite extremo entre os municípios de Angra dos Reis e Paraty, já no território da Cidade Histórica, deverá receber, possivelmente antes da conclusão das obras de construção da usina nuclear Angra 3, um novo e moderno hospital, que substituirá as instalações do atual Hospital de Praia Brava (HPB), que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Vila Operária de Mambucaba</strong>, no limite extremo entre os municípios de Angra dos Reis e Paraty, já no território da <strong>Cidade Histórica</strong>, deverá receber, possivelmente antes da conclusão das obras de construção da <strong>usina nuclear Angra 3</strong>, um novo e moderno hospital, que substituirá as instalações do <strong>atual Hospital de Praia Brava</strong> (<em>HPB</em>), que poderá ser transformado num <strong>centro de triagem e ambulatórios</strong>. A construção do novo hospital é uma <strong>recomendação da própria estatal Eletronuclear</strong>, como necessidade para complementar o sistema de saúde pública na região e atender, claro, também aos funcionários e colaboradores envolvidos diretamente na operação das três usinas nucleares brasileiras.</p>
<p>Na semana passada, em visita ao HPB, os vereadores da <strong>Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Angra</strong> foram informados dos planos da estatal pelo atual superintendente da <strong><em>Fundação Eletronuclear de Assistência Médica</em></strong> (<em>Feam</em>), o médico <strong>Carlos Vasconcellos</strong>.</p>
<p>— <em>Este novo Hospital é uma demanda da própria Eletronuclear e seria construído paralelamente às obras da  própria usina  nuclear</em> — disse.</p>
<p>A nova unidade nascerá grande, <strong>maior que o próprio HPB</strong>, que hoje ocupa um quarteirão da <strong>Vila de Praia Brava</strong>, mas as especialidades a que se destinarão a nova unidade serão praticamente as mesmos: <em>traumatologia, leitos de UTI e mais espaço para internações e diagnóstico por imagens</em>.  A atual diretora técnica da Feam, a <strong>médica Tereza Leite</strong>, explicou ao <strong>Tribuna Livre</strong> que a estrutura atual do HPB, tornou-se complicada, exigindo mais dos corpos médico e técnico. Ela também disse que, na atual estrutura, <strong>não há mais para onde crescer</strong>.</p>
<p>O HPB tem exibido resultados vertiginosos no atendimento à Saúde da região. Só em 2009 foram feitas, por exemplo, <strong>24 mil ultrassonografias</strong>.</p>
<p>Os vereadores saíram da visita <strong>impressionados com os resultados da gestão da Feam</strong> e com o nível de atendimento na unidade. Mesmo reconhecendo que em Saúde, os investimentos nem sempre são suficientes, o presidente da Comissão, <strong>vereador Leandro Silva</strong> (<em>PR</em>), disse que na região, o HPB <strong><span style="text-decoration: underline;">é o modelo a ser seguido</span></strong>.</p>
<p>Os demais parlamentares presentes à visita concordaram. <em>Ricardo Dutra (DEM), Cordeiro (PT) e Ilson Peixoto (PT)</em> disseram que a eficiência do Hospital de Praia Brava é <strong>vital para o sistema de Saúde municipal</strong>. A maior parte dos recursos administrados pela Feam é oriunda da Eletronuclear, aplicados na gestão do HPB e também do <strong>Centro de Medicina das Radiações Ionizantes</strong> (CMRI), que fica no interior do complexo nuclear de Itaorna.</p>
<p><em>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</em></p>
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		<title>Vacinação de adultos contra a gripe suína começa no país. Meta é imunizar 24 milhões de pessoas</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa nesta segunda-feira, 10, a quinta e última etapa da estratégia de vacinação contra a gripe H1N1, a gripe suína. Todos os adultos entre 30 e 39 anos devem se imunizar contra a doença até 21 de maio. A meta é imunizar 24 milhões de adultos, o que representa 80% do público-alvo estimado em 30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa nesta segunda-feira, 10, a quinta e última etapa da estratégia de vacinação contra a gripe H1N1, a <strong>gripe suína</strong>. Todos os adultos entre 30 e 39 anos devem se imunizar contra a doença até 21 de maio. A meta é imunizar <strong>24 milhões de adultos</strong>, o que representa 80% do público-alvo estimado em 30 milhões.</p>
<p>Até o momento, 50 milhões de brasileiros estão imunizados contra o vírus H1N1. Os profissionais de Saúde e as crianças menores de 2 anos já superaram a meta e vacinaram <strong>100% do público-alvo</strong>. Nos demais grupos, o <strong>Ministério da Saúde</strong> contabilizada <strong>76%</strong> dos portadores de doenças crônicas (15 milhões), 64,5% das gestantes (1,9 milhão) e 71,7% de adultos de 20 a 29 anos (25,2 milhões). O Ministério da Saúde recomenda que os estados e municípios que ainda não atingiram as metas montem estratégias para vacinar os públicos alvos cuja cobertura não atingiu os 80% preconizados.</p>
<p>A ampliação da estratégia para os adultos de 30 a 39 anos considerou o grupo com maior número de hospitalizações e mortes depois daqueles priorizados nas etapas anteriormente definidas. As gestantes que ainda não se vacinaram também podem procurar os postos de vacinação.</p>
<p>Além da atual etapa, está em curso nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste a <strong>12ª edição da Campanha de Vacinação do Idoso</strong>. Esta etapa, que começou mais tarde nessas regiões devido ao atraso na entrega das vacinas pelo Instituto Butantan, já vacinou mais de 5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Os idosos portadores de doenças crônicas também serão imunizados contra a gripe H1N1. Ou seja, recebem a dose contra gripe comum em um braço e contra a H1N1 em outro.</p>
<p>Em 2010, foram registradas 361 internações da gripe H1N1, até o dia 3 de abril. Desse total, um em cada cinco casos esteve relacionado à gestação. Em relação às mortes, um total de 50, as mulheres correspondem a 76% do total e as gestantes 32%.</p>
<p>No ano passado, de 2.051 óbitos registrados, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas. Entre as grávidas (189 morreram, ao todo), a letalidade entre os casos graves foi 50% maior que na população geral. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416, no total). As crianças menores de dois anos tiveram a maior taxa de incidência de complicações no ano passado (154 casos por 100 mil habitantes).  E, finalmente, os adultos entre 30 e 39 anos, que representam a maior parcela de mortes – 22% do total.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Ministério da Saúde.</em></p>
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