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	<title>Tribuna Livre &#187; Imprensa</title>
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	<description>Quinzenalmente nas bancas de Angra e Paraty!</description>
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<title>Tribuna Livre</title>
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		<title>Vida longa aos jornais. Impressos garantem investimentos em novas mídias</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 20:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Badalados, conectados e, sobretudo, interativos, os endereços de jornais na Internet, ainda são dependentes, em sua maioria, das receitas de suas &#8216;naves mães&#8217;, no caso os jornais impressos. Os jornalões de papel, sempre ameaçados pelas novas mídias, a exemplo do que aconteceu com o surgimento do rádio e da TV, tentam se redescobrir, buscar meios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Badalados, conectados e, sobretudo, interativos, os endereços de jornais na Internet, ainda são dependentes, em sua maioria, das receitas de suas <em>&#8216;naves mães&#8217;</em>, no caso os <strong>jornais impressos</strong>. Os jornalões de papel, sempre ameaçados pelas novas mídias, a exemplo do que aconteceu com o surgimento do rádio e da TV, tentam se redescobrir, buscar meios de popularização - sobretudo entre os jovens leitores &#8211; mas estão <strong>longe de desaparecerem</strong>. E a conclusão é dos próprios editores que, esta semana, tiveram um seminário internacional em São Paulo para discutir o futuro.</p>
<p>Os donos dos <strong>três maiores jornais do país</strong>, dois paulistas e um carioca, não têm dúvidas em afirmar que o poder do papel está ainda muito acima da capacidade de repercussão de <em>sites </em>e redes sociais. <em>&#8220;Uma manchete de seis colunas no impresso têm muito mais importância que uma online&#8221;</em>, resumiu Sérgio Dávila, editor da &#8216;Folha de São Paulo&#8217; durante o e encontro. Dito isso, todos concordam que é preciso melhorar o produto <strong><span style="text-decoration: underline;">jornal</span></strong>.</p>
<p>Outro fator destacado pelos editores diz respeito ao vil metal e, claro, ao <strong>custeio</strong> das empresas de comunicação. Na prática são os jornais impressos que garantem os investimentos <em>online</em>. 90% da receita das empresas de comunicação vêm da mídia impressa, por incrível que pareça, números que não deixam dúvidas sobre a <strong>eficiência dos jornais</strong>. A circulação dos jornais também tem aumentado, seja pelo surgimento de novos títulos ou pela redução no custo dos insumos, que tornaram a produção de impressos mais barata.</p>
<p>Sobre a Internet, o caminho perseguido, além de ampliar a interação com os leitores através de <em>blogs</em>, comentários e integração de mídias como a TV, um dos caminhos deve ser a <strong>cobrança pelo acesso</strong>, espécie de &#8216;assinatura&#8217; digital, prática já comum nos EUA e na Europa e com experiências parecidas em São Paulo. Breve <strong>tudo será cobrado</strong>, preveem os especialistas, afinal, se custa caro fazer, ter acesso não deve ser gratuito.</p>
<p>Quanto aos jornais, fim de papo. Eles precisam de uma porta de saída do papel e não há dúvida de que ela <strong>não será logo</strong>. A &#8216;galinha dos ovos de ouro&#8217; continua sendo o bom e velho jornal, que, apesar de já sair da gráfica &#8216;velho&#8217;, ainda é o melhor meio de comunicação para anunciantes interessados em negócios e cidadãos em busca de informação. Vida longa aos jornais, então!</p>
<p><strong><em><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre">Siga o Tribuna Livre no twitter.</a></em></strong></p>
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		<title>Crise afetou circulação dos jornais impressos em 2009, mas eles estão longe de acabar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 01:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[jornal impresso]]></category>
		<category><![CDATA[Tribuna Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Meio &#38; Mensagem divulgou esta semana os dados sobre a circulação dos maiores jornais impressos do país. E os números mostram que 2009 não foi um ano muito bom para a maioria dos impressos, quase que confirmando a caótica teoria de que os jornais vão sumir.
No ano passado, caiu 6,9% a circulação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>revista Meio &amp; Mensagem</strong> divulgou esta semana os dados sobre a circulação dos <strong>maiores jornais impressos </strong>do país. E os números mostram que 2009 <strong>não foi um ano muito bom </strong>para a maioria dos impressos, quase que confirmando a <strong>caótica teoria</strong> de que os jornais vão sumir.</p>
<p>No ano passado, <strong>caiu 6,9% a circulação dos jornais </strong>no país, considerando-se os 20 maiores títulos somados. Destes, apenas 6 conseguiram <strong>resultados positivos</strong>. Os que tiveram aumento na vendagem foram o Daqui/MG (31%), <strong>Expresso da Informação/RJ</strong> (15,7%), Lance/RJ (10%), Correio Braziliense (6,7%), Agora São Paulo (4,8%) e Zero Hora/RS (2%).</p>
<p>Os piores resultados foram para <strong>O Dia</strong> (-31,7%) e <strong>Meia Hora</strong> (-19,8%) (<em>ambos do mesmo grupo no Rio de Janeiro</em>), Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde/SP (-17,6%), <strong>Extra/RJ</strong> (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), <strong>O Globo/RJ</strong> (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia/MG (-4,5) e Estado de Minas (-2%).</p>
<p>Apesar da crise, continuam surgindo <strong>novos títulos</strong>, a maioria populares, com noticiário sensacionalista e preços bem modestos. No ranking de circulação, os jornais mais bem colocados foram a <strong>Folha de S. Paulo</strong> (média diária de 295 mil exemplares), seguida por Super Notícia (289 mil), O Globo (257 mil), <strong>Extra</strong> (248 mil) e O Estado de S. Paulo (213 mil). No top ten aparecem ainda o <strong>Meia Hora</strong> em sexto (186 mil) e o <strong>Lance</strong> em décimo (125 mil). Os dados são certificados pelo IVC, o Instituto Verificador de Circulação.</p>
<p>De nossa <strong>modesta trincheira</strong>, aqui no <strong>Tribuna Livre</strong>, também podemos informar um faturamento em 2009, <strong>50% superior ao de 2008</strong>, comprovando, além da circulação e regularidade, a <strong>confiabilidade</strong> que os leitores e anunciantes têm depositado em nosso trabalho.</p>
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		<title>Mudanças da Comunicação da Fundação Municipal de Turismo de Angra</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista Beto Carmona, fundador e atual presidente da Associação dos Blocos Carnavalescos de Angra (Abcar) e um profissional atuante no esporte e nos meios de comunicação do Estado do Rio, assumirá na terça-feira, 13, a assessoria de comunicação da Fundação Municipal de Turismo (TurisAngra). Substituirá o jornalista Thomaz de Castro, que deixou a função [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>jornalista Beto Carmona</strong>, <em>fundador e atual presidente da Associação dos Blocos Carnavalescos de Angra</em> (Abcar) e um <strong>profissional atuante no esporte e nos meios de comunicação</strong> do Estado do Rio, assumirá na terça-feira, 13, a <strong>assessoria de comunicação</strong> da <em>Fundação Municipal de Turismo</em> (<em>TurisAngra</em>). Substituirá o jornalista <em>Thomaz de Castro</em>, que deixou a função no ínício da semana.</p>
<p>Beto, que até o final do ano passado, coordenava as ações de divulgação da extinta <em>secretaria municipal de Esportes</em>, aceitou o convite do presidente da TurisAngra, Marcus Veníssius, e do prefeito de Angra, Tuca Jordão (PMDB). Sua missão é a de <strong>colaborar com a divulgação da cidade</strong>, <strong>das ações da TurisAngra</strong> e dos <strong>preparativos para os dois grandes eventos</strong> que o Rio sediará: os jogos da <strong><span style="text-decoration: underline;">Copa do Mundo de 2014</span></strong> e as <strong><span style="text-decoration: underline;">Olimpíadas de 2016</span></strong>.</p>
<p>A propósito, em conversa rápida com o <strong>Tribuna Livre</strong> ontem, <em>na abertura da Costa Verde Negócios</em>, o presidente da TurisAngra revelou-se <strong>otimista</strong> com o <strong>desenvolvimento do Turismo no Sul do Estado</strong>, <em>&#8216;de carona&#8217;</em> nos Jogos Olímpicos e na Copa do Mundo. A convite do <strong>Tribuna Livre</strong>, ele escreverá um <em>artigo para nossa edição impressa</em>, comentando as ações que o Poder Público e os empresários <strong>devem executar</strong> para auferir dividendos com estes eventos.</p>
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		<title>É irreversível: Blogueiros forçam as portas da Imprensa tradicional</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 18:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[As assessorias de comunicação e Imprensa de todo o mundo, em especial, as que assessoram autoridades, convivem recentemente com um dilema no que diz respeito ao acesso de seus assessorados aos produtores de conteúdo na Internet, em especial aos blogueiros. Há teorias de todo o tipo: uns querem restringir o acesso destes profissionais já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As assessorias de comunicação e Imprensa de todo o mundo, em especial, as que assessoram autoridades, convivem recentemente com um dilema no que diz respeito ao acesso de seus assessorados aos produtores de conteúdo na Internet, em especial aos blogueiros. Há teorias de todo o tipo: uns querem restringir o acesso destes profissionais já que a maioria deles  costuma não ter formação específica na área de comunicação; outros querem abrir apenas para ‘alguns’, argumentando que muitos usariam este acesso de forma indevida ou em benefício próprio.</p>
<p>Digo isso porque esta semana, durante a coletiva do prefeito de Angra, Tuca Jordão (PMDB), a presença de ao menos um blogueiro no salão nobre da Prefeitura causou surpresa para alguns.  Ele não foi destratado, nem tampouco teve seu acesso restringido de nenhum modo, tendo inclusive interagido na hora das perguntas.</p>
<p>É bom que todos acostumem-se com isso, afinal, esta torna-se cada dia mais uma realidade cristalina. Os blogs têm ampliado sua presença no espectro da produção de conteúdo e cada vez mais forçarão a porta da Imprensa tradicional. Não haverá como barrar esta participação, nem tampouco controlá-lo.</p>
<p>Nos EUA, por exemplo, só agora, no início de outubro, o presidente Barack Obama tornou-se o primeiro presidente norteamericano a responder a um blogueiro de apenas 26 anos que participava, de forma inédita também, de uma entrevista coletiva na Casa Branca. Já há dezenas de pedidos de blogueiros norteamericanos solicitando credenciamento para futuras entrevistas.</p>
<p>Em outra postagem em nosso antigo endereço, já havia comentado que a seleção do conteúdo de leitura dos internautas é livre. Há endereços que desaparecerão do noticiário em poucos meses, outros durarão mais tempo.  Há irresponsáveis em todas as mídias e na Internet não é diferente. O que não se pode sequer cogitar é uma vontade de restringir estes escritores.</p>
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		<title>Mídia do Rio de Janeiro faz maldade com o secretário Beltrame</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 18:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa parte da mídia torce pelo insucesso da gestão de Sérgio Cabral (PMDB) e tenta indiretamente atingir Lula a cada nova ação inglória do peemedebista, sobretudo na questão da insegurança pública.
Os jornais do Rio de Janeiro hoje, por exemplo, distorcem o inteiro teor da afirmação do secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa parte da mídia torce pelo insucesso da gestão de Sérgio Cabral (PMDB) e tenta indiretamente atingir Lula a cada nova ação inglória do peemedebista, sobretudo na questão da insegurança pública.</p>
<p>Os jornais do Rio de Janeiro hoje, por exemplo, distorcem o inteiro teor da afirmação do secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, um dos agentes mais sérios a ocupar a pasta nos últimos 10 anos. O que Beltrame disse <em>ipsis litteris</em> foi que há localidades do Rio que não são violentas, enquanto há outras que sabidamente o são.</p>
<p>Uma pena que a mídia fluminense, por interesses inconfessáveis, ajude a massacrar o Estado desta maneira, omitindo, por exemplo, que os índices de violência em São Paulo ou mesmo em algumas regiões do Nordeste são tão o mais assustadores que os da Cidade Maravilhosa. Este comportamento faz com que o Rio seja o que é.</p>
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