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	<title>Tribuna Livre &#187; Economia</title>
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	<description>Quinzenalmente nas bancas de Angra e Paraty!</description>
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<title>Tribuna Livre</title>
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		<title>Technip frustra desejo dos angrenses e anuncia construção de fábrica de tubos no Norte fluminense</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 00:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[O anúncio de que a empresa Technip desistiu de construir em Angra sua segunda fábrica de tubo flexíveis no país, optando por construi-la no Porto do Açu, em São João da Barra, norte fluminense, frustra o desejo dos angrenses de ver um novo setor de sua economia ser aquecido com investimentos e empregos, e representa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio de que a <strong>empresa Technip</strong> desistiu de construir em Angra sua segunda fábrica de tubo flexíveis no país, optando por construi-la no <strong>Porto do Açu</strong>, em São João da Barra, norte fluminense, frustra o desejo dos angrenses de ver um novo setor de sua economia ser aquecido com investimentos e empregos, e representa um baita <strong>revés político</strong> para o prefeito de Angra, Tuca Jordão (PMDB), aparentemente induzido ao erro de confiar nas palavras da empresa francesa e, ao que parece, do próprio governador do Rio de Janeiro, <strong>Sérgio Cabral</strong> (PMDB), avalista do acordo anunciado com festa em janeiro deste ano, quando o próprio Cabral defendera a escolha por Angra de forma enfática.</p>
<p>A decisão também expõe parte de uma face ainda obscura a respeito do processo de <strong>tomada de decisões</strong> no mundo dos negócios. Como dito acima, em janeiro, no Palácio das Laranjeiras, sede do Governo do Rio, o presidente mundial da Technip, Thierry Pilenko, e os diretores da empresa, afirmaram e justificaram <strong>com clareza</strong> a opção por Angra, apontada até então como melhor sítio para o empreendimento. Como justificativas, a localização estratégica, o apoio do Governo Municipal e do Estado e os investimentos em curso no porto angrense. Um vídeo com imagens de Angra foi exibido e Sérgio Cabral exaltou a atuação de Tuca como espécie de artífice da vitória. Hoje, vê-se que era <strong>balela</strong>, &#8216;conversa pra boi dormir&#8217; e que a decisão anunciada ainda não era <strong>definitiva</strong>.</p>
<p>Sabe-se lá quanto tempo depois, o mesmo Cabral possa ter incentivado a escolha de outra sede para as instalações da empresa que, agora, justifica-se dizendo que Angra não tem área suficiente para tal. <strong>Bobagem</strong>. Ou devemos crer que uma empresa deste porte, gigante mundial em sua área de atuação, participou de um anúncio desta natureza sem um estudo prévio do local pretendido para a obra? Se o fez deu uma <strong>bola fora</strong>.</p>
<p>Existem muitos elementos e componentes não revelados nesta história e poucos dirão que o empresário <em>Eike Batista</em>, mentor do complexo do Açu, não seja um <strong>benemérito do Rio</strong>, cujo poder de persuasão deva ser, digamos, ao mínimo, <strong>convincente</strong>.</p>
<p>A pior parte do episódio, claro, sobra para a população angrense e, por extensão para o Governo Municipal. A cidade continuará ainda à mercê de outros setores cuja intervenção é <strong>majoritariamente</strong> dependente de políticas de Brasília e que formam um tripé não raro claudicante e que deixam a cidade ainda incapaz de aproveitar todas as oportunidades e os poucos recursos de que dispõe.</p>
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		<title>Para setor da construção civil de Angra e Paraty 2011 foi ano cheio de conquistas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 19:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 2011 já é o melhor do setor da construção civil da região
 neste século. Com avanços salariais significativos, geração recorde de empregos e expectativa de manutenção deste aquecimento por pelo menos cinco anos, a direção do Sindicato da Construção Pesada (Sticpar) concorda que os resultados são favoráveis, apesar dos desafios que ainda persistem.
- Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2011 já é o melhor do setor da <strong>construção civil</strong> da região<br />
 neste século. Com avanços salariais significativos, geração recorde de empregos e expectativa de manutenção deste aquecimento por pelo menos cinco anos, a direção do <strong>Sindicato da Construção Pesada</strong> (Sticpar) concorda que os resultados são favoráveis, apesar dos desafios que ainda persistem.</p>
<p>- <em>Foi um bom ano. Muito produtivo, com geração de emprego e conquistas para o bolso do trabalhador. Estamos muito satisfeitos</em> &#8211; resume <strong>Marcelo Vidal de Oliveira</strong>, presidente do Sticpar desde o ano passado.</p>
<p>Os resultados, ele diz, podem ser medidos também pela adesão dos trabalhadores ao próprio Sindicato que, segundo conta, possui cerca de <strong>2,1 mil filiados</strong>, apesar de a adesão à entidade ser facultativa. Marcelo estima que a construção civil em Angra esteja gerando, neste momento, cerca de sete mil empregos diretos e outros 10 mil indiretos, números engordados, é claro, pela construção da usina nuclear Angra 3, em cujos canteiros, em Itaorna, já existem <strong><span style="text-decoration: underline;">4,5 mil trabalhadores com carteira assinada</span></strong>.</p>
<p>- <em>Existem muitos Sindicatos onde o trabalhador é obrigado a se filiar. Aqui não. Avaliamos que esta adesão é o resultado do trabalho da diretoria e da confiança que os trabalhadores dedicam à diretoria</em> &#8211; explica Marcelo.</p>
<p>Além da <strong>construção de Angra 3</strong> que neste momento, como mostram os índices, absorve mais da metade da mão de obra no setor, também geram empregos em quantidade a construção de condomínios, apartamentos e obras públicas como a construção de escolas, prédios públicos e obras nas encostas e morros de Angra.</p>
<p>Bons resultados também no bolso de quem trabalha (<em>veja matéria na edição impressa</em>). As <strong>negociações salariais</strong> do ano foram todas com ganho real, tanto na construção leve (a mais comum), quanto na pesada (onde estão as obras de Angra 3). Mas ainda há desafios.</p>
<p>Para Marcelo Vidal, os principais <strong>problemas </strong>da categoria continuam sendo os pisos salariais ainda baixos pagos a algumas profissões, especialmente na construção leve, e a qualificação profissional, que ainda impede muitos trabalhadores de ingressarem no mercado de trabalho. Só este ano, o Sindicato investiu na formação de quase 400 pessoas e ainda assim ainda faltam profissionais.</p>
<p>- <em>Algumas categorias estão mesmo em falta. Hoje carpinteiros e armadores que quiserem trabalhar podem procurar o Sindicato porque há vagas</em> &#8211; explica o presidente.</p>
<p>Outro desafio, especialmente em pequenas obras e empresas, é o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), o que muitas obras (e mesmo trabalhadores) ainda dispensam. Regularmente a direção do Sindicato visita obras nas cidades de <strong>Angra dos Reis e Paraty</strong> para verificar as condições de trabalho dos operários. Em muitas delas são encontrados problemas de todo o tipo e até mesmo trabalhadores sem Carteira Profissional assinada.</p>
<p>- <em>O que nos atrapalha é que o Sindicato não pode parar uma obra, nem multar uma empresa que esteja em desacordo com a Lei e algumas empresas acabam valendo-se disso</em> &#8211; reconhece o líder sindical.</p>
<p>Para 2012, quando começarão as obras de montagem da usina Angra 3, a previsão é de mais crescimento. Só no canteiro da obra, devem ser acrescidos mais de <strong>3 mil trabalhadores</strong>. Outra obra que deve gerar empregos de forma direta é a modernização do Porto de Angra, a cargo da empresa Technip que pretende construir no local uma fábrica de tubos flexíveis até o ano de 2014.</p>
<p><em>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</em></p>
<p><strong>Leia também na <span style="text-decoration: underline;">edição impressa</span>:<br />
- Eletronuclear amplia prazos para interessados na montagem de Angra 3<br />
- Caderno Especial colorido sobre a Construção Civil</strong></p>
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		<title>Governo Federal confirma investimentos no aeroporto de Angra dos Reis</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 22:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>

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		<description><![CDATA[Desta vez promete ser prá valer. Pela terceira vez, a União acena com investimentos no aeroporto de Angra. O mais recente anúncio foi feito pelo deputado federal Fernando Jordão (PMDB\RJ) após audiência com o secretário de aviação civil da Presidência da República, Wagner Oliveira, que o garantiu que o aeródromo municipal finalmente receberá a verba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez promete ser prá valer. Pela terceira vez, a União acena com investimentos no aeroporto de Angra. O mais recente anúncio foi feito pelo deputado federal Fernando Jordão (PMDB\RJ) após audiência com o secretário de aviação civil da Presidência da República, Wagner Oliveira, que o garantiu que o aeródromo municipal finalmente receberá a verba de R$ 12 milhões para sua total reestruturação. Os aeroportos de Resende e de Paraty também fizeram parte da pauta da reunião com o parlamentar fluminense e deverão ser beneficiados.</p>
<p>- Argumentamos que a existência das usinas nucleares precisa ser levada em consideração, assim como o potencial iminente do setor turístico desses municípios. O nosso objetivo é possibilitar a melhoria da infra-estrutura. Para isso precisamos ouvir quem é do ramo e atuar para atendê-los. Conseguimos R$ 12 milhões, mas ainda há muito pelo que lutar – declarou Fernando Jordão.</p>
<p>A mesma obra havia sido solicitada em 2008 pelo então deputado federal Luiz Sérgio (PT\RJ), hoje ministro. No ano passado, o Governo Municipal chegou a iniciar algumas obras, logo em seguida paralisadas por falta de recursos.</p>
<p>O aeroporto de Angra é administrado pelo Governo do Estado do Rio e operado pela empresa Angra Aero-Portos Ltda., desde 2005, por meio de um contrato de concessão.</p>
<p>O objetivo das obras de melhoramentos é atender à nova demanda do transporte aéreo da região, até um horizonte de pelo menos 5 anos, considerando as necessidades referentes ao desenvolvimento do turismo na região e a realização de grandes eventos como a Copa e os Jogos Olímpicos.<br />
As obras, cujos processos já foram encaminhados para elaboração de contratação, serão executadas com recursos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (PROFAA) (70%), com contrapartida do Estado de 30%. A expectativa é que as intervenções comecem este ano.</p>
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		<title>Segundo a Federação das Indústrias, sul do Estado criou 14 mil empregos em 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 10:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado de trabalho do Sul do Estado fechou 2010 com alta na criação de empregos em relação a 2009: foram 14 mil novos postos com carteira assinada, com destaque para o setor de metalurgia. O segmento gerou 3 mil novos empregos, com maior contribuição das cidades de Volta Redonda, Resende e Barra Mansa. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho do Sul do Estado fechou 2010 com alta na criação de empregos em relação a 2009: foram 14 mil novos postos com carteira assinada, com destaque para o setor de metalurgia. O segmento gerou 3 mil novos empregos, com maior contribuição das cidades de Volta Redonda, Resende e Barra Mansa. Os dados estão na Nota Técnica Acompanhamento do Mercado Formal de Trabalho Fluminense, divulgada pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) com dados do Ministério do Trabalho.</p>
<p>A indústria de material de transporte também avançou na região, com mais 3.200 novos empregos, impulsionada pela expansão das atividades da indústria naval de Angra dos Reis e da indústria automotiva de Porto Real e Resende. Na construção civil foram criados 2.500 novos postos, por conta do aquecimento econômico da região e consequente demanda para obras de construções de edifícios e de rodovias.</p>
<p>O Estado do Rio gerou 190 mil novos postos com carteira assinada, saldo 23,3% maior do que o registrado em 2008, e fechou 2010 com recorde de criação de empregos na série histórica. O número resulta das contratações – também recordes – em Serviços (+104.852), no Comércio (+46.103), na Indústria de Transformação (+29.004) e nos Serviços Industriais de Utilidade Pública (+5.142). O saldo é cinco vezes mais alto que o de 2009 e supera em quase 60% o de 2008.</p>
<p>Metalurgia foi o setor da indústria estadual que obteve o saldo mais expressivo (5.509 vagas), impulsionado pela nova siderúrgica na capital e pela demanda da Construção Civil e da Indústria Naval. Depois vêm Material de Transporte (4.963), Produtos Alimentícios, Bebidas e Álcool Etílico (4.701) e Química (3.972), com contratações em diversas atividades, de farmacêutica a refino do petróleo, passando por embalagens plásticas.</p>
<p>Com saldos menores, as indústrias Mecânica, de Borracha, do Material Elétrico e Comunicação também contribuíram para o resultado estadual, a reboque da Indústria Automotiva. O segmento de Produtos Minerais Não-Metálicos foi outro que bateu recorde, com 1.647 vagas puxadas pelo fornecimento de cimento, concreto, cerâmica e vidro à Construção Civil. A indústria Têxtil e do Vestuário, embora não tenha registrado recorde, empregou 2.606 pessoas a mais, mantendo alto nível de contratações desde 2008, principalmente em Nova Friburgo.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação da Firjan / Representação Sul Fluminense</em></p>
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		<title>Pesquisa mostra Angra em 10º lugar no ranking de desenvolvimento do Rio</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 20:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Angra dos Reis está em décimo lugar no ranking de desenvolvimento elaborado pela Federação das Indústrias do Rio (Firjan), através do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), pesquisa criada para acompanhar a evolução dos municípios brasileiros e os resultados da gestão das Prefeituras. De acordo com o estudo, relativo ao ano de 2007, Angra possui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Angra dos Reis está em décimo lugar no ranking de desenvolvimento elaborado pela Federação das Indústrias do Rio (Firjan), através do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), pesquisa criada para acompanhar a evolução dos municípios brasileiros e os resultados da gestão das Prefeituras. De acordo com o estudo, relativo ao ano de 2007, Angra possui IFDM próximo de 0,8, considerado de médio desenvolvimento. Apesar do resultado, a cidade é superada por municípios menores como Piraí e Porto Real, etambém pr Resende e Volta Redonda. As quatro estão entre os nove municípios do Estado com alto índice de desenvolvimento.</p>
<p>O IFDM, que está em sua terceira edição, varia numa escala de 0 (pior) a 1 (melhor) para classificar o desenvolvimento humano, de acordo com dados oficiais relativos a Emprego e Renda, Educação e Saúde. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento humano.</p>
<p>Cidades — Na região Sul Fluminense, Porto Real é a que ocupa a melhor posição no ranking. A cidade obteve 0,8575 de IFDM e ficou com a 2ª colocação, atrás apenas de Macaé. Na área de Emprego e Renda o município registrou 0,9115; Educação, 0,7125; e Saúde, 0,9485.</p>
<p>Em 4º lugar aparece Volta Redonda, com IFDM 0,8400. O município teve 0,8591 na área de Emprego e Renda; 0,7753 em Educação e 0,8855 em Saúde. Com 0,8330 pontos, Piraí aparece logo atrás, na 5ª colocação.</p>
<p>Angra está em décimo, com 0,7979 de IFDM. A cidade registrou 0,8297 em Emprego; 0,6772 em Educação e 0,8868 em Saúde.</p>
<p>A pesquisa mostra que os municípios do Sul Fluminense se destacaram principalmente por conta da alavancada na esfera de Emprego, amparada em altos níveis de atividade industrial, bem como por conta do alto nível dos indicadores de Saúde. Em Angra, o petróleo é a principal atividade econômica. Os dados oficiais mais recentes do novo índice são de 2007.</p>
<p><strong>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</strong></p>
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		<title>Mesmo com baixa execução orçamentária, Prefeitura de Angra deve ter orçamento recorde em 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 23:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Angra]]></category>

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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Angra dos Reis já arrecadou quase 80% do que fora previsto para 2010 nos primeiros oito meses do ano, o que indica que o orçamento inicial de R$ 612 milhões aprovados no final do ano passado deve ser superado. Até o final de agosto, a cidade já havia arrecadado R$ 490,1 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Angra dos Reis já arrecadou quase 80% do que fora previsto para 2010 nos primeiros oito meses do ano, o que indica que o orçamento inicial de R$ 612 milhões aprovados no final do ano passado deve ser superado. Até o final de agosto, a cidade já havia arrecadado R$ 490,1 milhões conforme os números apresentados pela Controladoria Geral do Município na audiência de prestação de contas do segundo quadrimestre promovida pela Comissão de Finanças da Câmara dos Vereadores.</p>
<p>Apesar do orçamento recorde, porém, a execução das contas anda em ritmo lento.A maioria das unidades de gastos (secretarias, autarquias e fundos) está com níveis baixos de gastos. Muitas não conseguiram ordenar nem metade do previsto para o período. O pior desempenho é da secretaria municipal de Atividades Econômicas (onde estão setores como agricultura, pesca e atividades portuárias) que, em oito meses, consumiu apenas 23,9% de seu orçamento. O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) tem a segunda pior execução orçamentária, tendo gasto de janeiro a agosto, pouco mais de 28% do seu orçamento. Entre as que conseguiram gastar mais da metade de seus orçamentos, o melhor desempenho é da secretaria de Fazenda (86%), em seguida vem a secretaria de Ação Social, com 70% da previsão já consumida. Nos primeiros oito meses do ano, a Ação Social já gastou R$ 3,6 milhões, dos quais, cerca de R$ 1,3 milhão foram distribuídos às vítimas das chuvas do início do ano através do benefício &#8216;Recomeçar&#8217;, que paga um salário mínimo aos beneficiários. Outro R$ 1,3 milhão foram aplicados noutro benefício, o auxílio natalidade, pago a mães de baixa renda.</p>
<p>O vereador Cordeiro (PT), membro da Comissão de Finanças, questionou a execução orcamentárias das secretarias. Para ele, o município está gastando mal os recursos.</p>
<p>— Angra não tem problema de orçamento. Tem problema de gestão. Não dá para acreditar que as secretarias não consigam gastar os recursos que estão no seu próprio orçamento. Se elas não estão gastando é sinal de que o Governo não está cumprindo os projetos que apresentou no ano passado, com claro prejuízo para a população — disse Cordeiro.</p>
<p>A prestação de contas em audiência pública é uma obrigação imposta às cidades há 10 anos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Todas as receitas e despesas da Prefeitura também estão disponíveis no Portal da Transparência municipal, no síto na Internet.</p>
<p>Além dos números, os técnicos da Prefeitura frisaram que o município cumpre à risca o limite obrigatório de despesas com pessoal (54% da receita líquida), hoje em 47% e os investimentos mínimos em Educação e Saúde (25% e 15% da receita com impostos). De janeiro a agosto foram investidos em Educação, R$ 90 milhões (29% da receita) e R$ 71 milhões com a Saúde (23,6%). A Câmara Municipal de Angra recebeu, no mesmo período, repasse de R$ 13,8 milhões, que correspondem a 67% do orçado.</p>
<p><strong>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre.</strong></p>
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		<item>
		<title>Oportunidade: Promimp oferecerá 560 vagas para formação profissional na área de petróleo e gás em Angra</title>
		<link>http://www.tribunalivreangra.com.br/novotribuna/oportunidade-promimp-oferecera-560-vagas-para-formacao-profissional-na-area-de-petroleo-e-gas-em-angra/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 13:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Enfim Angra dos Reis receberá cursos do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), criado pelo Governo Lula para preparar profissionais para a exploração do petróleo e gás na costa brasileira. Começaram no último dia 17, as inscrições para o processo de seleção pública que o Prominp realizará para qualificar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim Angra dos Reis receberá cursos do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), criado pelo Governo Lula para preparar profissionais para a exploração do petróleo e gás na costa brasileira. Começaram no último dia 17, as inscrições para o processo de seleção pública que o Prominp realizará para qualificar mão de obra para esta área, especialmente considerando os investimentos da Petrobras. Na Costa Verde, apenas Angra dos Reis será contemplada com o programa, que vai oferecer <strong>560 vagas para cursos gratuitos</strong> em categorias profissionais de <strong>nível básico</strong>.</p>
<p><strong>Os cursos oferecidos serão de encanador industrial (144 vagas), mecânico montador (80), montador (96), pintor (96) e soldador de tubulação (144).</strong></p>
<p>Para concorrer a uma vaga o candidato deve ter <strong>idade igual ou superior a 18 anos</strong>, além de preencher os pré-requisitos do curso desejado. As inscrições podem ser feitas através do site do <strong>Prominp</strong> ( <em><a href="http://www.prominp.com.br">www.prominp.com.br</a> </em>), ou nos postos de inscrição credenciados, listados no edital. Outros postos serão criados no decorrer do período de inscrições e divulgados no <em>site</em> do Programa.</p>
<p> Os candidatos aprovados que estiverem <strong><span style="text-decoration: underline;">desempregados</span></strong> durante o curso receberão uma <strong>bolsa auxílio mensal no valor de R$ 300</strong> (cursos de nível básico). A participação nos cursos <strong>não garante emprego </strong>aos alunos. O objetivo é melhorar a qualificação dos profissionais que serão, eventualmente, aproveitados pelas empresas privadas fornecedoras de bens e serviços do setor de petróleo e gás natural.</p>
<p> Todas as informações sobre os cursos oferecidos nesta etapa de seleção podem ser obtidas no edital, que já se encontra disponível para consulta e <em>download</em>, nos sites do Prominp ( <a href="http://www.prominp.com.br">www.prominp.com.br</a> ) e da Cesgranrio ( <a href="http://www.cesgranrio.org.br">www.cesgranrio.org.br</a> ).</p>
<p><strong><em>Com informações da Agência Petrobras de Notícias</em></strong></p>
<p><strong><em>Siga o Tribuna Livre no twitter. </em></strong><a href="http://www.twitter.com/tribunalivre"><strong><em>www.twitter.com/tribunalivre</em></strong></a></p>
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		<title>Pesquisa do Dieese confirma redução do desemprego na maior parte do país</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 12:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dieese divulgou na tarde desta quarta-feira, 25, os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) referentes ao mês de julho. Pelos dados apurados, a taxa de desemprego recuou para 12,4%, frente aos 12,7% registrados em junho. Uma queda pequena, mas que confirma o recuo do desemprego no país. A pesquisa conta com apoio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Dieese divulgou na tarde desta quarta-feira, 25, os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) referentes ao mês de julho. Pelos dados apurados, <strong>a taxa de desemprego recuou para 12,4%</strong>, frente aos 12,7% registrados em junho. Uma queda pequena, mas que confirma o recuo do desemprego no país. A pesquisa conta com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e parceria com instituições e governos locais nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo e no Distrito Federal. No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego estava em 14,8%.</p>
<p> O crescimento de 0,3% no nível de ocupação resultou da abertura de vagas na Construção Civil (38 mil), Serviços (37 mil) e Indústria (20 mil) e de eliminação de 17 mil postos no Comércio e de 29 mil nos Outros Setores. Este último é o único setor com desempenho anual negativo (-4,4%), enquanto a Construção Civil (12,5%) e Indústria (9,5%) registraram os maiores avanços.  A pesquisa também mediu o rendimento médio real, que variou positivamente, em junho, com elevação de 0,5%, para os ocupados, cujo valor médio ficou em R$ 1.265. Entre os assalariados, o salário médio manteve-se em relativa estabilidade (-0,2%) e seu valor médio correspondeu a R$ 1.319.  Em relação a junho de 2009, o rendimento médio real dos ocupados cresceu 3,2%, enquanto o dos assalariados, não variou.</p>
<p> Os dados por região revelam a redução da taxa de desemprego em seis das sete regiões pesquisadas. A exceção foi Salvador (BA), onde a taxa de desemprego teve aumento de 1,2%, no mês, chegando a 16,9%. Em comparação com julho de 2009, porém, a redução da taxa é de 19,1%. O maior recuo na taxa mensal (-6,3%) ocorreu em Porto Alegre, <strong>onde a taxa de desemprego foi de 8,9%, a menor já encontrada na região desde 1992</strong>. Em relação ao mês de julho do ano passado, a retração chegou a 25,8%. Em Fortaleza, a taxa mensal foi de 10,2%, com recuo de 3,8%, na comparação mensal e de 17,1%, na anual. Belo Horizonte, região que tem a menor taxa de desemprego em relação às áreas pesquisadas &#8211; de 8,3% &#8211; registrou redução de 2,4%, em relação a junho e de 24,5%, na comparação anual. Em Recife e em São Paulo, a queda na taxa de desemprego mensal foi de 2,3%, com a taxa do mês ficando em 17,2%, na primeira região e em 12,6%, na Grande São Paulo. Em 12 meses, houve retração, respectivamente de 9,0% e de 19,1%.</p>
<blockquote><p> Quatro, das sete regiões pesquisadas, apresentaram crescimento no nível de rendimento médio, em junho. No Recife, o incremento foi de 4,1%, com seu valor chegando a R$ 862. Em Fortaleza, a alta foi de 3,0%, e seu valor correspondeu a R$ 830. Belo Horizonte apresentou variação de 1,7%, e o rendimento atingiu R$ 1.364. Um aumento de 0,9% elevou o valor médio do rendimento, em Porto Alegre, para R$ 1.294. Em São Paulo, houve estabilidade, com o valor médio ficando em R$ 1.320.  Houve redução do valor médio em Salvador (-1,3%), correspondendo a R$ 1.084, e no Distrito Federal (-0,6%), com seu valor ficando em R$ 1.901. Em 12 meses, o comportamento do rendimento teve elevação de 11,8%, em Recife; 8,0%, em Salvador; 7,3%, em Belo Horizonte; 3,1%, em Fortaleza; 2,8%, em Porto Alegre e 2,0%, em São Paulo e redução de 1,1%, no Distrito Federal.</p></blockquote>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Dieese.</em></p>
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		<title>Geração de empregos no Sul Fluminense bate recorde</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 00:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[setor naval]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sul Fluminense fechou o primeiro semestre de 2010 com a geração de 7.031 novos postos de trabalho com carteira assinada. O principal gerador de empregos foi a Indústria de Transformação (+3.415). No segundo trimestre, as fortes contratações dessa indústria foram para Material de Transportes (+907), influenciada tanto pela indústria automotiva de Resende e Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Sul Fluminense</strong> fechou o <strong>primeiro semestre de 2010</strong> com a geração de <strong>7.031 novos postos de trabalho</strong> com carteira assinada. O principal gerador de empregos foi a <strong>Indústria de Transformação </strong>(+3.415). No segundo trimestre, as fortes contratações dessa indústria foram para Material de Transportes (+907), influenciada tanto pela indústria automotiva de Resende e Porto Real como pela <strong>indústria naval em Angra dos Reis</strong>, através da construção de <strong>embarcações e estruturas flutuantes </strong>para a exploração de petróleo e gás.</p>
<p>Os dados foram divulgados pela <strong>Federação das Indústrias do Rio </strong>(<em>Firjan</em>) e estão na Nota Técnica <strong>‘Acompanhamento do Mercado Formal de Trabalho Fluminense’</strong>, que reúne informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.</p>
<p>No Estado, foram <strong><span style="text-decoration: underline;">88.591 novos postos de trabalho</span></strong> no primeiro semestre. O número é <strong>recorde </strong>para o período na série histórica, que começou em 1995. Dessas vagas, 16.523 foram criadas pela indústria. O ritmo de contratações já vinha forte no primeiro trimestre e se intensificou no segundo.</p>
<p>As principais atividades industriais contratantes no estado foram <strong>Material de Transportes</strong> (naval e automotivo), com <strong>4.052 novos trabalhadores</strong> e expansão de fábricas; Produtos Alimentícios, Bebidas e Álcool Etílico (3.295), principalmente nas atividades de <em>catering </em>e serviços de comida preparada, bebidas e moagem de cereais; Indústria Química de Produtos Farmacêuticos, Veterinários e Perfumaria, com 1.864 novos empregos na fabricação de produtos plásticos e farmacêuticos; e a Têxtil do Vestuário e Artefatos de Tecidos, com saldo recorde de 1.527 postos, principalmente em confecção de roupas íntimas.</p>
<p>O momento do mercado de trabalho industrial fluminense é <strong>tão positivo </strong>que, ainda que em menor escala, dois outros ramos bateram <strong>recordes de contratações </strong>para o semestre em função do aquecimento econômico: <strong>Material Elétrico</strong> e de <strong>Comunicações </strong>(396), com encomendas do setor automotivo, que está em larga expansão; e <strong>Minerais Não-Metálicos </strong>(890), em grande parte pela fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes para atender à Construção Civil.</p>
<p>A <strong>Construção Civil no Estado </strong>também registrou boa expansão dos postos de trabalho, com abertura de <strong>14.925 novas vagas</strong> em 2010. Esta foi a segunda melhor marca na série histórica, ficando atrás apenas do desempenho de 2008.</p>
<p><strong>Publicado antes na edição impressa do Tribuna Livre</strong></p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação da Firjan</em></p>
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		<title>Implantação de projetos de saneamento aumentaria a renda dos trabalhadores do Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 11:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klauber Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A implantação da rede de esgoto reflete positivamente na qualidade de vida do trabalhador gerando o aumento da sua produtividade e da renda, além de contribuir para a valorização dos imóveis. A pesquisa &#8220;Benefícios econômicos da expansão do saneamento básico&#8221;, encomendada pelo Instituto Trata Brasil e realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), revela que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A implantação da <strong>rede de esgoto</strong> reflete positivamente na qualidade de vida do trabalhador gerando o aumento da sua <strong>produtividade </strong>e da renda, além de contribuir para a <strong>valorização dos imóveis</strong>. A pesquisa &#8220;Benefícios econômicos da expansão do saneamento básico&#8221;, encomendada pelo Instituto Trata Brasil e realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), revela que a renda média e a produtividade do trabalhador no Estado do Rio de Janeiro <strong>cresceriam 2,2% com a universalização da rede de esgoto</strong>.</p>
<p> Segundo a pesquisa, <strong>82,5% dos moradores da cidade do Rio de Janeiro</strong> são atendidos pela rede de esgoto. A capital fluminense ocupa a <strong>46ª posição no <em>ranking</em> Trata Brasil </strong>que lista a situação de <strong>81 cidades brasileiras </strong>com mais de 300 mil habitantes.</p>
<p>— A evolução do setor é inquestionável, mas o déficit continua. Os investimentos precisam se crescentes para reduzir o número de brasileiros que ainda não tem acesso ao saneamento básico — esclarece o presidente do instituto, André Castro.</p>
<p> Por outro lado, ao ter <strong>acesso à rede de esgoto</strong>, um fluminense aumenta sua produtividade em 2,2% permitindo assim o <strong>crescimento de sua renda </strong>na mesma proporção. A estimativa é que a massa de salários no Estado do Rio de Janeiro, que hoje gira em torno de <strong>R$ 104,45 bilhões</strong>, tenha um ganho de <strong>R$ 2,30 bilhões</strong> por ano.</p>
<p><strong>Efeito imobiliário —</strong> A universalização do acesso à rede de esgoto pode ainda proporcionar uma <strong>valorização média nacional</strong> de até <strong>18% no valor dos imóveis</strong>. Essa valorização terá efeitos diferenciados em cada Estado da Federação. Os Estados com maior deficiência são os que teriam o <strong>maior volume de ganhos</strong>. A pesquisa estima que a valorização dos imóveis, no Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, chegaria aos <strong>1,2%</strong>.</p>
<p><strong>Saúde — </strong>A pesquisa mostra ainda os <strong>efeitos da universalização do saneamento na área da saúde</strong> e revela que, por ano, <strong>217 mil trabalhadores brasileiros</strong> precisaram se afastar de suas atividades devido a <strong>problemas gastrointestinais</strong> ligados a falta da coleta e tratamento adequado do <strong><span style="text-decoration: underline;">esgoto</span></strong>. Somente no Estado do Rio de Janeiro, foram <strong>13.555 internações</strong>, em 2009, sendo que <strong>4.103 delas poderiam ser evitadas</strong>.</p>
<p> O estudo também apurou que em 2009, de acordo com o DATASUS, dos <strong>462 mil pacientes internados por infecções gastrointestinais</strong>, <strong>2.101 faleceram</strong> no hospital. No Estado do Rio de Janeiro foram <strong>50 mortes</strong>, dessas 33 vidas poderiam ter sido salvas com a implantação do saneamento.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação do Instituto Trata Brasil (</em><a href="http://www.tratabrasil.org.br"><em>www.tratabrasil.org.br</em></a><em>)</em></p>
<p> <strong><em>Siga o Tribuna Livre no twitter. www.twitter.com/tribunalivre</em></strong></p>
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